A DIETA DA MODA.

                          

Vivemos numa era moderna e pródiga em fórmulas, receitas, métodos e dietas de todas as denominações desde as mais simples como a dieta do ar até as mais complexas, tipo: Substitua a comida pela luz solar.
O mais extraordinário é que nestas dietas milagrosas, o que antes podia, agora não pode mais, e o que pode, só pode se puder ser, nas condições diferentes da época em que podia.
Difícil, não é?
Ora, então não pode!!!  Pra não dizer outra coisa.
E os extremistas das dietas?
Nossa é uma legião absurda de gente seguindo as orientações das pessoas menos recomendadas a partir inclusive das suas próprias experiências como, por exemplo, a daquela nutricionista que pesava cento e vinte e sete quilos e naquele auditório de gente que não tinha o que fazer, ensinava a dieta: Como não passar dos 68 quilos. E aquela enganadora, ainda tinha escrito um livro sobre o mesmo título.

Entusiasmada por nesta nova onda de maneiras infalíveis de ter sempre um corpo cem por cento perfeitos, com aquilo no lugar certo e aquilo outro também, que Selenia Albuquerque uma mulher muito exigente com sua estética, foi fazer um curso que segundo anunciado em jornal de grande circulação nacional seria rápido e objetivo.
E lá foi ela.
Bem vamos ser objetivos: o curso rápido levou oito meses e ao final de todos os relevantes ensinamentos ali absorvidos por ela, foi pela primeira vez a um restaurante.
Sentou-se e o garçom lhe deu o cardápio, o que ela recusou e dirigindo-se para o profissional gentil e sorridente disse:
-Por favor, traga-me quatro copos e duas taças...
-Pois não senhora e o que mais?
-Traz também uma jarra com água sem ser gelada, outra gelada, por favor.
-Pois não senhora – disse o garçom mais desconfiado do que aquele cara que é casado como uma mulher muito gostosa, pois, sabe que uma mulher muito gostosa é igual à melancia e nenhum homem consegue comer uma melancia sozinho.


-Só garçom. Hoje vou fazer uma ingesta variada em variados tipos de copos e taças, de águas em temperaturas misturadas aleatoriamente desde as mais tépidas, leves e sutis até aquelas com a temperatura que não ultrapasse a vinte e dois graus centigrados, conforme aprendi.
-Vai querer termômetro, senhora? - Perguntou o garçom explodindo de raiva por dentro.
-Não obrigada.
E ao sair, pensou o garçom, consigo mesmo que, ela bem que poderia ter pedido um termômetro para enfiar no rabo!

O HOMEM GRÁVIDO.




Como reagiria um homem se viesse a ficar grávido, afinal as mulheres se comportam de forma exemplar,dando pleno curso ao eterno ciclo da vida.
Mas, e os homens? Como eu também nunca fiquei grávido, acho no entanto que, a maioria dos colegas do  gênero externariam estes seguintes desejos:



-Doutor, marque uma cesariana para depois do jogo do meu time!!!


- Que a sua amadíssima companheira lhe entregasse definitivamente o controle-remoto da televisão e, nem sequer ousasse mais pedir de volta.

-Mulher querida,adorada,meu tudo,vida da minha vida, preciso alimentar bem esse nosso rebento que está no meu ventre macho. Dá para você fazer uma feijoadinha básica no sábado, angu a baiana no capricho domingo, rabada com agrião na segunda, bacalhau com cabeça, com coco e mamão verde na terça, vatapá daquele bem vatapudo mesmo na quarta, baião de dois na quinta, leitoa pururuca bem gostosa com pirão de batata-doce na sexta e durante a semana todinha, manter a geladeira entupida com muitas cervejinhas,tremoços,queijo,linguiças e salaminho?
Faz isso para o seu grávido, minha gostosa?
-Diria que está com desejos estranhos e irrefreáveis de transar com todas as mulheres do mundo e a "sensação" é a de que, se alguém se opusesse,a gestação poderia ser interrompida.


-Pediria ao ginecologista-obstetra para fazer uma cesariana logo no primeiro mês de gravidez, pois, afinal, aguentar aquilo, nove meses só se ele fosse, mulher mesmo!


-Exigiria que a sua companheira durante aquele período dramático  de gestação não lhe negasse nenhum pedido de opção diversificada de formas incrementadas de fazer sexo, sob risco de ele vir a perder por desgosto e depressão, o bebê.
No popular: Fazer sexo anal, direto.


-Comunicar a sogra que ela se abstivesse de frequentar a casa dele durante a gestação, pois ele leu na Revista “Gravido feliz” que, o rebento pode se assustar com latido alto de cachorro e voz de bruxa.


-Ao invés de só ir para a maternidade quando arrebentasse a bolsa iria uns dez dias, porque queria conhecer melhor e mais profundamente as enfermeiras do hospital.


-Pediria além dos seis meses regulamentares de ausência ao trabalho, mais seis anos ao patrão, até que tivesse a certeza que seu filho já pudesse andar com as suas próprias pernas e ele,"plenamente recuperado".


- E que durante as relações sexuais dele, com sua compreensível "senhoura" ela dissesse frases que levantassem sua alto estima para que a gestação não fosse tão cruel, tipo: 
“Você é uma monumentalidade de macho inigualável".
" Nunca senti isso e desta forma durante todo nosso casamento".
"Você vai me matar de tanto prazer seu búfalo no cio maravilhoso, garanhão incomparável!"
"Já tive trinta e dois orgasmos até agora e não para, não para,não paaaaaara..."
E finalmente, este grávido acordaria suando frio, com ataques de frescuras generalizadas e, gritando para a companheira:
-Nossa querida,onde estou, onde estou? 
Então já refeito e consciente, o desabafo final:
-Amor, que pesadelo inacreditável!!!

COMIDA DE RUA.

                                                                                
                                                   


Solério era um homem com uma saúde que causava inveja aos mais sadios dos touros nos cios. Sua mulher a quem carinhosamente ele chamava de Butuca, achava que alguns hábitos alimentares de Solério eram exagerados, sempre os mesmos e para uma mulher vegetariana desde pequenininha, isto a incomodava. As discussões entre ambos eram constantes:
-Minha Butuca querida, quando você vai me dar aquela rabada deliciosa que só você sabe fazer ,com muito agrião e outras tentações?
-Olha Solério detesto isto e só em pensar fazer esta porcaria me dá náuseas.
-Poxa amor só porque amo de paixão esta comidinha e você fazia sempre, lembra?
-Passado Solério, passado! Naquela época você também me dava muitas coisas que hoje em dia ficaram difíceis...
-Como assim, minha Butuca? Tenho comprado tantas coisas pra você...
-Pra mim, cara pálida?


-É pra você mesmo! Panelas novas de Teflon, fogão novinho de seis bocas com acendimento automático, troquei a geladeira velha por aquele monumento tríplex de mais de dois metros de altura que cabe até eu lá dentro de pé e semana passada mesmo, comprei aquela fritadeira eletrônica que não usa óleo.
-Solério, você continua bem ordinário e muito cafajeste. Tinha melhorado, mas agora a recaída foi definitiva. Pega estes “presentes" e enfia no teu..
-Olha, não seja desbocada, ai, ai, ai. Use esta sua boquinha para fazer coisinhas gostosas em mim e não pra falar besteiras. Nunca mais você fez nada no meu corpinho sua malvada. No inicio do nosso relacionamento você era tão completa querida que eu me sentia um verdadeiro pirata dos sete mares.
-Verdade, naquela época sua embarcação ostentava um belo mastro no qual eu estendia minhas velas que os ventos do nosso amor estufavam.
-Nossa que linda Butuca, minha poeta maravilhosa dá um beijo.
-Sai de perto de mim Solério. Quer beijo? Então continue se insinuando para as minhas amigas.
-Suas amigas? Que é isso Butuca?
-Seu safado. A Mércia, a Paula e a Gertudes já me falaram.


-O que?
- Você vivia perguntando a todas se elas sabiam fazer cuscuz. 
-Euuuu?
- É bandido! Elas diziam que um dia fariam, brincando com você, pois são minhas amigas seu calhorda. E agora, ainda de forma devassa e sorrateira, quando as encontra, fica de piadinha e forçando a barra, dizendo que gosta tanto que só podia ser mesmo no plural . Seu pervertido, indecente, ingrato, safado...
-Butuca você enlouqueceu?
-Não Solério, apenas não sei mais cozinhar! Continue tentando comer os cuscuz e as rabadas na rua.Cretino!

CHEIRO E BUQUÊ:A GRANDE CONFUSÃO!

                              

                                                    
E na maioria das vezes estas confusões linguísticas são absolutamente por falta de cuidados maiores de uma análise mais apurada da realidade.
E o caso de insistirmos em dizer que o sexo tem cheiro e vinho tem buquê.
Isto é irritante pois ,cheiro é coisa menor e deve ser usado para designar situações de mínima categoria como é o caso de sentir cheiro de cebola, camarão ou bacalhau num beijo adorável da mulher amada. E pode ser muito pior ainda quando na troca destes beijos de cheiro incomuns, ainda existe a troca de restos alimentares que ficaram viajando na boca de pessoas sem nenhum senso de ridículo e higiene pessoal.
Um horror são estes cheiros que estimulam as nossas células do epitélio olfatório e localizadas na cavidade nasal de forma trágica.



É como se estivéssemos abrindo a porta e entrando, como se de madrugada e sem pedir licença, do quarto da empregada gostosa em dias de verão e sabendo que ela sempre dorme nuazinha.
Desrespeito total.

                                                       

Cheiro é o dos esgotos a céu aberto ou falta de ventilação dentro de elevadores quando os pessoas se desfazem de seus gases de forma inoportuna ou destes políticos que sentem cheiro de corrupção em cada voto que eles ganham.

                                                                
Portanto, o cheiro é indecoroso, inapropriado, descabido, sem nenhum compromisso com a estética da singela beleza da vida, tipo cheiro de enxofre, ovo podre ou simulares.
Agora, querermos adjetivar de cheiro aquilo que é especifico das nossas atividades sexuais e da plena sexualidade é simplesmente demonstrar que estamos fazendo ou sempre fizemos sexo com pessoas menos indicadas em locais impróprios,mesmo!
Insisto que vinho é que tem cheiro e sexualidade esta sim, tem buquê!

                                                            
A sexualidade tem aquele inconfundível buquê, este sim ,buquê que é a consequência de centenas de compostos voláteis mágicos que deixam impregnados no ar e nas coisas o aroma dos mais irrefreáveis desejos, momentos épicos de suor e pele ,encantadas pelos inebriantes momentos que se eternizam em nossas memórias.
Quer saber? Vinho tem buquê é o cacete!
Saibamos dar nomes certos as coisas certas. 
                                                 

A NOVA TEREZINHA DE JESUS.

                                                              

Segundo informações divulgadas neste domingo (14) na coluna de Lauro Jardim,do jornal O Globo, Cunha enviou um representante para falar com Temer no Palácio do Planalto.
O dito cujo, emissário disse estar o Cunha reclamando que :”'era uma vez cinco amigos que faziam tudo juntos, viajavam, faziam negócios.... então, um virou presidente, três viraram ministros e o último foi abandonado'... E que isso não vai ficar assim".
Oh, pobre órfão e desprezado Cunha! 
É verdade que mais desprezado do que pobre ,pois afinal está com as contas bancárias entupidas de dólares surrupiados deste bom e generoso povo brasileiro.
No mais, quanta singeleza , quanta ternura e segredinhos ocultos neste choramingo derradeiro do Cunha!

Ameaça em clima catastrófico àqueles cinco "amigos" inseparáveis que, sempre viajavam juntos e se aqueciam sobre os edredons milionários dos negócios espúrios.
É como se reclamasse: "Pô,só o meu vai ficar na reta"?
Promete vingança,não irá poupar sequer a mãe de ninguém, delatando a todos.  
Com a sua eminente cassação perdeu aquela elegância e frieza britânica e vocifera,xinga,e expurga a bílis da vingança,por todos os poros.
Aquele que virou presidente está óbvio e quanto aos outros três que viraram ministros? Bem estes,só ele pode botar o dedo na cara, dizer com certeza e entregar.
E ele vai fazer isso sim, pois todos aqueles que estão morrendo afogados querem puxar para debaixo d’água também quem se aproxima.
E neste caso,  ainda existe o incentivo do recurso jurídico da delação premiada que livra o gatuno de apodrecer na cadeia.
Que espetáculo deprimente neste fundo de poço!
                                                                                      

Nasce assim, a  nova "Terezinha de Jesus" ,inesquecível musica de roda infantil por todos nós conhecida.
Então, aqui e com pequenas adaptações na letra ela pode se tornar o hino oficial a ser cantada na próxima passeata de “Fora Cunha”, ficando mais ou menos, assim:

“Terezinha de Jesus
De uma queda foi ao chão
Não lhe acudiram os cavalheiros
Pois, todos tinham o chapéu na mão".

AQUELE HOMEM ENAMORADO.




E aquele homem enamorado, botando sentimentos afetivos por todos os poros e com as narinas abertas e respiração ofegante era o próprio búfalo no cio de desejos inconfessáveis, óbvios e prementes por aquela mulher que nem cabia mais dentro do seu coração, de um amor tão grande, incomensurável!
E isto apesar dela só ter um metro e quarenta dois.
Imagine se fosse uma jogadora de basquete!
Telefonava para ela toda hora, mandava-lhe bombons quase a intoxicando de tanta gordura de chocolate, além de flores, balinhas que vivia procurando nas docerias, além de quinquilharias e bugigangas tipo ursinho de pelúcia, travesseirinho vermelho em forma de coração escrito: “Te amo”.
O amor não é lindo?

Enfim, era um homem que vivia os melhores momentos do seu amor com aquela que os homens da vizinhança chamavam acintosamente de gostosa e que, parava todas as obras pelas quais passavam, pois pedreiros, carpinteiros e todos os outros abnegados trabalhadores braçais colocavam a cara para fora dos tapumes e diziam para ela elogios que mulher nenhuma, normalmente, ouviria sem constrangimentos.
Pesados, muito pesados, tipo... Não deixa pra lá. Vamos colocar aqui só um absolutamente, publicável.

Com certeza ela era um dos corpos mais lembrados e homenageados pelos tarados de plantão, naquilo que se costuma adjetivar de sexo solitário.
Um belo dia o enamorado sentou em frente ao computador e pensou consigo mesmo que iria escrever para ela, algo que jamais sua amada, salve ,salve teria lido.
E mandou aquele tijolo enorme, um texto sem fim com varias laudas digitadas além de fotografias de abraços, beijos, apertos de mãos e toda uma serie de fotografias surrupiadas da internet além de memes as mais variadas.
Seus e-mails tinham mais movimentos e brilho que desfile de escola de samba.


Sua amada salve ,salve, leu tudo,pensou,analisou e mandou esta resposta:

“Querido, sei que você me ama, mas arruma um trabalho fixo, talvez desta forma você pare de me mandar mimos baratos de 1,99 como estes bichinhos que até sem os olhos já vieram e alguns até com alguns rasgadinhos e enchimento vazando.
Pobreza querido!
E outra coisa eu disse que gostava de chocolate. Mas é chocolate bom, de bombons recheados de licores ou trufas e não estes tabletes de chocolatinhos de quinta categoria e bombons intragáveis.
Desculpe tá amor, mas devemos ser muito francos um com outro e já que é assim, cuide do seu bilau, pois, ele está sempre fazendo corpo mole e talvez a causa seja o excesso de bebida que você anda ingerindo, meu amor bebum.
E por favor, se beber, além de não dirigir, não coma como tira gosto e sob hipótese nenhuma sardinha enlatada com cebola crua fatiada.
Espero que você compreenda que sua boca não é vaso sanitário e muito menos a minha.
Tem sido muito difícil por estas e outras...muitas outras".
                                                     

O PATO E A FORMIGA.



                                                 (Contribuição de uma leitora revoltada,anônima!)

Pato!
Finalmente, descobri a origem do homem.
Não estou me referindo a raça humana, falo do gênero masculino.
Alguém já reparou que o homem espirra água pra todo lado?
No banheiro, por exemplo. 
Quando escovam os dentes, o espelho recebe as rebarbas de água com pasta de dente.
Ao fazerem a barba, o entorno da cuba fica ensopado de creme de barbear, pelos e, claro, água.
O chão, também, recebe seu quinhão quando lavam o rosto ou as mãos.
Chuveiro é pouco pra reter a água do banho, sobra sempre para o lado de fora, de preferência, fora do tapete.
Até o vaso sanitário parece pequeno pra eles, pinguinhos esguicham para fora do limite e gotejam direto para o chão.
Tem coisa pior na vida do que entrar no banheiro após ter sido usado por um homem?
Às vezes, tentam nos ajudar com a louça que se avoluma na pia. Começam lavando a louça e terminam escorregando nas poças que se formam no chão da cozinha. 
A pobre da pia vira uma lagoa prestes a transbordar.
Parece que não têm percepção do rastro que deixam, que são cobertos de penas impermeáveis, é só se sacudirem que ficam secos e o que estiver em volta encharcado.
Quem não tem um espécime em casa? Seja pai, marido, namorado, colega, algum deles já passou em nossas vidas.
Não há coisa mais irritante do que ter que secar as enchentes sempre que se aproximam de qualquer coisa líquida. É como enxugar gelo. Você vira as costas e, pimba, lá vamos nós, de novo, limpar a lagoa que o patinho deixou.
Depois de extensa pesquisa, exaustiva análise, estudos avançados, cheguei a conclusão que o gênero masculino é desprovido de sensibilidade à água.
Eles até tocam nela, mas ela bate neles e é repelida como se batessem em vidro, escorre ou se espalha sem que o dito cujo perceba a tsunami que provoca.
Uma amiga diz que é porque o homem tem quem limpe sua sujeira, que é cultural. A mulher se dispõe, desde priscas eras, a cuidar da casa e do seu animalzinho de estimação.
Vem cá, se eu tivesse um animal pra cuidar, com certeza seria um de quatro patas, não uma ave de duas.
Reparem bem, o pato sempre se sacode e espalha a água ao seu redor, já que suas penas não as retém.
O pior é que não há jeito de treinar o patinho, seu cérebro não registra "não espalhar água". É tarefa impossível!
Quando leio que água é um bem finito, que há que se economizar, que vai faltar, que o desperdício vai acabar com ela, tento fazer minha parte. Mas de que adianta tanta preocupação se, ao entrar no banheiro, vejo exatamente o contrário. Se quando olho prá pia e para o chão vejo litros dela se espalhando, à toa.
Tenho pesadelos, sonho que vou acordar e estarei boiando na piscina que se tornou minha casa.
E acordo gritando: "olha a água!".
Comecei a desenvolver a "síndrome de final de semana". É quando o trabalho triplica, porque eles vão ficar mais tempo em casa, consequentemente, mais água pra secar.
Sexta feira já começo a rezar pra que aquilo termine logo.
E se reclamo, ainda sou implicante. Mas se não limpo sou relaxada.
Trabalho só aparece quando não é feito. Se você mantém tudo limpo e organizado, não tem do que reclamar. Só que as coisas não se fazem, são feitas.
A roupa não se limpa sozinha, alguém as lava. As camas não são feitas quando você pisca os olhos e o pó não desaparece quando mexe o narizinho.
Casa é trabalho eterno e desgastante porque, além de não ser valorizado, não aparece quando é feito.
E essas avezinhas, tão bonitinhas, são as maiores causadoras do stress.
Na outra encarnação quero ser "pato".
Cansei de ser formiga.

OUÇO ISTO DESDE QUE NASCI!




Sou carioca desde sempre e já faz um tempinho que nasci nesta cidade. 
Lógico que todos vão querer saber que "tempinho" é este, então vou lhes dizer que: 
Sou daqueles que sempre adota a tese do politicamente correto, nas suas mais essenciais traduções e acho que estaria sendo preconceituoso sabendo que, nenhuma mulher declara sua real idade,eu aqui como homem não fosse solidário a elas viesse a cometer esta indelicadeza. 
Homofobia , jamais!



Mas o que eu ouço desde que nasci?
É exatamente, o fato que depois de inaugurada uma obra pública viária no Rio de Janeiro, as autoridades declararem que ela irá melhorar o trânsito. 
Melhorar muiiiiiiiiiiiito!
Desculpem senhores, mas de que trânsito os senhores estão falando?
Deve ser do trânsito de propinas que entram e saem dos seus bolsos nestas obras, pois, as das vias públicas , nunca acontece.



E sofremos sempre duplamente ou seja, durante as obras e depois delas.
Todos sabem que os cariocas são muito otimistas e sempre falamos que, realmente quando a obra acabar tudo vai melhorar, mas ledo engano afinal piora, as vezes de maneira nunca imaginado..
Os engarrafamentos no Rio de Janeiro e em São Paulo,no entanto, são diferentes e aqui eles assumem a forma de bolo de noiva, fica um montão de carros uns sobre os outros, verdadeiro amontoados de descargas fumegantes e geralmente, localizados pois logo ali tem uma obra para, exatamente, desafogar o maldito trânsito.



Em São Paulo a "locomotiva do Brasil" os engarramentos tem exatamente este aspecto de um imenso comboio que às vezes chega a duzentos ou trezentos quilômetros de entupimento das principais 
artérias daquela desenvolvida capital.




No entanto, o desenho e a forma do engarrafamento pouco importa e sim, o fato de que, aqui no Rio estas autoridades mentem descaradamente quanto aos futuros resultados destas obras salvadoras e sempre garantindo que isto "vai passar".
Então, apesar de parecermos uns palermas de plantão, todos sabemos que a unica coisa que continuará a passar mesmo será a musica do Chico Buarque e cujo link deixamos aqui registrado pedindo que a escutem pois, de desgraças já estamos engarrafados até o limite máximo das nossas possibilidades.

https://www.youtube.com/watch?v=9A_JrsJF6mM


A AMANTE ORIGINAL




Aproxima-se o fim de mais um dia de intenso trabalho, e aquele pensamento constante e repulsivo, não lhe saía da mente! Pensava a cada minuto, naquela criatura vil e aterrorizante que deixara em seu lar.
A última noite, em sua companhia, fora a mais cruel e insuportável, e naquele momento resolvera, de uma vez por todas, por fim àquela situação.
Chegando a sua casa, logo ao abrir a porta, deparou com aquela criatura mesquinha, sórdida e provocadora que não lhe dava um minuto de descanso, fazendo-o passar os dias e as noites mais infelizes e atribulados da sua vida.Resolveu declarar guerra àquela megera, acintosamente deitada em sua cama, como a desafiá-lo, ostensivamente.Atirou-se à cama para agarrá-la e castigá-la, masculamente.
Ela fugiu, logrou escapar, indo para a sala tentando esconder-se, numa atitude covarde, digna, somente das criaturas inexpressivas.
Ele a seguia furiosamente, tinha de uma vez por todas que acabar com aquele sofrimento brutal, que fazia do seu lar, um cubículo triste e aterrorizador.Iria espancá-la com o salto duro do seu sapato, daria contra aquela cabeça vazia, para ensiná-la a dor que nunca antes havia conhecido, pois jamais fora homem de bater em ninguém, quanto mais num ser mais frágil como aquele.
Calculou friamente a pancada e mandou brasa, porém mais uma vez, aquela criatura conseguira desvencilhar-se, correndo de um lado para outro como se estivesse zombando da sua virilidade e, finalmente, foi para o quintal. O nosso pobre amigo suava frio por todos os poros e, o cansaço já era uma evidente realidade em seu corpo.
Numa atitude derradeira e louca, resolveu matar aquela coisa, sim matar a tiros. Faria daquele ser, migalhas.
Rapidamente foi ao quarto, abriu a gaveta. Tremiam-lhe as mãos. Apanhou sua arma - um revolver 38, cano curto - e a passos firmes caminhou para o quintal escuro, envolvido na noite fria de inverno.
A vitima, ali estava escondida.Ascendeu uma vela que trazia no bolso e colocou-a no chão. Então a luz fraca da vela, descortinou-a encostada a um canto, já agora temerosa, mas nem por isso, menos intragável e repulsiva.
Corajosamente, apontou-lhe a arma. Fez mão firme, pois aquele era o momento mais dramático da sua vida. Mirou-lhe, estrategicamente, a arma, para o seu crânio e disparou por diversas vezes, ouvindo-se as secas detonações das cápsulas. Seguiu – se a morte instantânea da vitima, já agora enlameada e inerte no solo.Sua cabeça destroçada sob a terra aguada da chuva, que algum tempo caía, como para limpar as horrendas manchas daquele ser, apresentava-se como o quadro final daquela tragédia.

-Livre, estou livre – gritava, histericamente, aquele secular sofredor.Sim, jamais passaria outras noites em claro por causa daquela criatura.Lá estava ela destroçada pelos certeiros tiros do nosso frouxo machão, que na linguagem esportiva, dir-se-ia ter acertado bem na mosca, porém, o que não é verdade, pois no caso a mosca era uma barata, ou se quiserem seu nome científico, aqui vai:

Periplaneta Americana



NOSSO CONSULTÓRIO SENTIMENTAL.


Recebemos vários emails solicitando opinião ou narrando simplesmente situações e ocorrência das intimidades de amigos e amigas deste blog, os quais transcrevo e respondo:
-
Oi Paulinho,Estou passando por momentos de dificuldades no meu casamento e gostaria da sua opinião sobre o triste fato do meu marido estar há mais de seis meses sem comparecer no meu “parquinho de diversões”, abandonou ele completamente e, também sem nenhuma causa aparente.Será que ele não gosta mais de mim?
Beijos
-
Resposta:Amiga, procure saber se perto da sua casa não inauguraram um parquinho de diversões com brinquedinhos mais atuais, atraentes e modernizados ou se simplesmente, ele não trocou a assinatura da revista Playboy pela G magazine.
Saudades!
Grande Paulo,Tenho broxado com relativa freqüência.Gostaria de saber se, com você, já aconteceu isto.
-
Resposta:Amigão, eu não entendo a razão da pergunta e sua curiosidade com relação a mim, apesar de saber que os homens sempre gostam de ter a certeza que não estão morrendo afogados sozinhos, sugiro que você cuide do seu que eu cuido do meu que, continua sempre, muito festejado!
                                           
                                                      

-
Sr Paulo Tamburro,Sou uma mulher nova,tenho 24 anos,1.32 de altura, pesando 95 quilinhos, morena, virgem, seios muito pequenos mais naturais e pouquíssimas nádegas- quase nenhuma - e não consigo arrumar pretendente, apesar de ser muito rica, mas nunca digo isso,nunca, para não atrair homens interesseiros.Entende?


O que faço?
-
Resposta.-Sugiro que ao conhecer um pretendente jamais omita o fato de você ser muito rica, pois, ao tomarem conhecimento deste pequeno e desprezível detalhe, irá encontrar o seu príncipe encantado.
Seja realista!
E como num passe de mágica, ele saberá perceber de imediato, toda a sua beleza interior.
Sucesso!
-
Fala Paulão,Cara , não sei o que está acontecendo, mas depois que me divorciei da Marta Maria e passei a morar sozinho, meus amigos me abandonaram, e minha nova casa vive vazia.-Resposta.O seu divórcio não me causa surpresa pois, sempre lhe disse que a Marta Maria era uma mulher muito gostosa e este tipo de mulher é igual a uma melancia: Nenhum homem consegue comer sozinho!
Quer que eu minta?

Quanto ao fato de poder voltar a encontrar os seus amigos , procure saber o que eles andam fazendo, dando uma passadinha na casa da sua ex-esposa.
Quem sabe encontra o pessoal, por lá? 

XÔ BAIXO ASTRAL: SORRIA!!!

                                  



A Dedução de Watson 


Sherlock Holmes e o doutor Watson vão acampar. Após 
um bom jantar e uma garrafa de vinho, entram nos sacos 
de dormir e caem no sono. 
Algumas horas depois, Holmes acorda e sacode o amigo. 

- "Watson, olhe para o céu estrelado. O que você deduz 
disso?".
Depois de ponderar um pouco, Watson diz: 

-"Bem, astronomicamente, estimo que existam milhões de 
galáxias e potencialmente bilhões de planetas. 

Astrologicamente, posso dizer que Saturno está em 
Cancer. 

Teologicamente, eu creio que Deus e o universo são 
infinitos. 

Também dá para supor, pela posição das estrelas, que 
são cerca de 3h15 da madrugada… 
O que você me diz, Holmes?". 

Sherlock responde:

- "Elementar, meu caro Watson. Roubaram a nossa 
barraca!"




Caçador Abatido 





Dois caçadores caminham na floresta quando um deles, 


subitamente, cai no chão com os olhos revirados. Não 


parece estar respirando. 


O outro caçador pega o celular, liga para o serviço de 

emergência e diz: "Meu amigo morreu! 


O que eu faço?"?


Com voz pausada, o atendente explica: 


-"Mantenha a calma. A primeira 


coisa a fazer é ter certeza de que ele está morto". 


Vem um silêncio. 

Logo depois, se ouve um tiro. 


A voz do caçador volta à linha. Ele diz: 

-"OK. E agora?". 


TEM MÃE QUE É CEGA.

- Mamãe, posso usar o seu vestido?
- Não!
- Mamãe, posso usar a sua combinação?
- Não!
- Mamãe, posso então usar o seu batom? Eu já tenho quatorze anos!
E a mãe finaliza:
- Não, não e não! E vê se não me enche o saco! Eu tenho muita coisa pra fazer, Jorginho!

A SOGRA.

Um sujeito levou a mulher e a sogra para conhecerem Jerusalém. Chegando lá, a velha não aguentou a emoção de conhecer a Terra Santa, teve um ataque cardíaco e morreu.
Depois de tomar as providências necessárias, o casal descobriu que trasladar o corpo de volta para o Brasil custaria 10 mil dólares.
- Meu bem — disse a esposa ao marido —  se quiser,  podemos enterrar mamãe aqui mesmo. Não me importo.
- NÃO! — disse-lhe o marido — em Jerusalém não a enterro de jeito nenhum!
Por que, meu amor?
-Um sujeito foi enterrado aqui e depois de três dias ressuscitou!

COM RECEITA É OUTRA COISA.


Numa pequena cidade do interior de RS, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:
- Por favor, quero comprar arsênico.
- Mas... não posso vender isso ASSIM! Qual é a finalidade?
- Matar meu marido!!
- Pra este fim.... piorou... não posso vender!!!
- A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, transando com a mulher do farmacêutico.
-Ah bom!...COM RECEITA É OUTRA COISA!!!

DESCULPAS DE QUEM É BROXA.



CÍNICO. Isso é que chamo de sexo frágil!

COMPREENSIVO. Liga não, ele faz isso só para chamar a atenção!

ESPORTISTA. Logo hoje que ia dar a milésima e dedicá-la às criancinhas do Brasil!

FREUDIANO. É que ele tem trauma de adolescência: vivia apanhando e era sempre cinco contra um!

GROSSO. Desculpe-me, mas é que ele tem nojo dessa coisa úmida, fedida e gosmenta.

ICONOCLASTA. Levante e ande, descrente!

INCONFORMADO. Gozado, isso nunca me  aconteceu antes!

IRÔNICO. Nossa, deve ser alguma coisa que não comi!

MODERNOSO. Na verdade, acho que sexo é totalmente dispensável numa relação moderna.

SARCÁSTICO. Bem, só me resta cortá-lo e guardá-lo num vidrinho para as futuras gerações.

PURA FORMALIDADE.



- É formalidade, sogrão, pura formalidade. Mas estou aqui para pedir a mão de sua filha em casamento - diz o futuro genro.
- Formalidade coisa nenhuma. Pedir a mão é um gesto importante, familiar. Quem falou que é uma formalidade?
- Foi o ginecologista de sua filha, sogrão.

PONTO DE VISTA.

O jovem vai pedir a mão da filha de um milionário.
- Então você quer se casar com minha filha? Pois bem: a minha resposta depende da sua situação econômica.
E o jovem:
- Ihhh..., agora atrapalhou tudo, por que a minha situação econômica depende da sua resposta!