A FASE IDIOTA DA IDIOTICE JUVENIL.




                                               
Muitos garotos apaixonam-se de verdade, geralmente por uma colega de escola. 
 Um tipo de gostar diferente que não combina com masturbação, ou ficar comentando com os amigos sobre ela, tipo:
- “Cara, que peito”;” já comi”, “vou comer” e outras afirmações antropofágicas , abaixo dos limites impostos por uma convivência sadia.  Coisa de garoto na fase de pré-reprodutor amadorista e que só funciona no blá, blá, blá, improdutivo e do tipo:

 -“Po”, “né” , “tá legal” , “e ai”, “sacou”, “falou, “fala mermão”- e não tem jeito de começar e terminar uma frase inteira, inteligível!
Cedo aprendemos que enquanto os meninos falam, as meninas pensam como vão fazer. É verdade, sim. Isto, porque a menina com 14 anos é uma mulher.
O menino, nesta idade e até uns vinte e poucos anos é praticamente, um débil mental. É da natureza do macho, uma certa idiotice, hereditária, pois seu pai, também foi assim, seu  avô, o bisavô, idem.
Ao seu tempo todos os meninos são idiotizados pela própria natureza idiota da idiotice congênita. Apesar das meninas estarem reagindo às avessas e querendo imitá-los, nestes mais recentes tempos modernos, porém a supremacia da ignorância e insociabilidade, ainda é uma saga, uma sarna, uma sandice que os garotos convivem como se estivessem devorando aqueles imensos hiper- hamburgeres, nos mortais fastfood da moda. 
As meninas estão “reagindo”, o que é uma pena, às avessas! Garotos dizem porra, como vírgula, e o nome popular chulo do seu órgão genital, não sai das suas bocas.E com jactância indisfarçável bancam os machões afirmando pelos quatro cantos. 

-Eu não chupo mel, mastigo as abelhas.! 

Oh, quanta basófia como diriam os políticos de esquerda. Quanta bravata, com repetiriam os políticos da direita.
Meninos, em geral não têm um odor muito saudável. Não é só feronômio não, é também sovaco e chulé e eventualmente, sinônimo de quase sempre um bafo satânico de nicotina e álcool, o que lhes confere um hálito de dragão. Na antiga mesopotâmia, berço da humanidade , seus habitantes associavam aos dragões ao mal e os caos. É isso, mesmo! Acertaram em cheio. Nas raras vezes em que falam cospem muito no interlocutor, e como leem pouco e estudam menos ainda, chamam aquelas gotículas de cuspe de visigodo (nome de um povo bárbaro) ao invés de perdigoto. Não é o cão? Gritam muito quando falam, falam muito quando gritam e erram muito quando falam, escrevem ou gritam. 
Não leem nada. Só vêem, e aí demoradamente,pela Internet, mulheres nuas em revistas especializadas .Vida seca! Que tristeza esta fase de sexo solitário. Pena que os meninos não tenham consciência de que, fotos, ou videos de pornografia, não podem dizer-lhes ao pé do ouvido: Te amo! 

É interessante notar que, algumas revistas destes nus femininos parecem estar sendo feitas para cursos avançados de formação de ginecologista.Posições mais abertas do que braguilha de bêbado quando saem do banheiro das baladas. Aliás, sabem qual é a mais clássica definição de ginecologista?
Trabalha onde todo mundo se diverte. 
Que maldade!  Garoto imbecil, no entanto,todos nós já fomos um deles, um dia!. Amávamos ,perdidamente, aquela coisinha gostosinha, com aquela boquinha carnudinha,peitinho durinho, coxinha rolicinha, um jeitinho maneirinho, uma covinha na bochechinha, cabelinho bem pretinho, tudo “inho” como os cariocas gostam de falar. Exceptuando-se, no entanto, aquele... bundão. Ai não tem carioca que o coloque no diminutivo. Não se pode desprezar a grandiosidade da natureza farta generosa e às vezes oferecida! Quando eles olham para suas namoradinhas platônicas do colégio - diferentemente do que ocorre na fase adulta -  o que endurece  e esfria é a suas bocas do estomago.
Ora se isso é lugar para ficar duro! Com o tempo sai da boca do estomago e vai para o lugar apropriado. E aí a coisa esquenta de verdade! E quando elas vem falar com o garoto? Em geral eles ficam girando feito um cavalo de carrossel de parque de diversões, na sua frente. Babam um pouquinho pelos cantos da boca. Não sabem o que dizer . Depois de esperar um tempão  e ver que realmente, não estavam conversando,  com ninguém, ela dá as costas estourando seu chicletes de bola, por aí afora. Maldito barulho de plaft, ploft.

Quando eu era garoto, tive momentos épicos amor platônico. Seu nome: Soninha!
Até nisto eu dei azar, pois nesta época além de idiota eu trocava o m, pelo n e invariavelmente escrevia: Ninha querida Sominha. É muita ou não é muita imbecilidade! Pergunto qual a menina que poderia se interessar por um asno latente com eu? Ela toda princesinha, cheirando ao perfume daquela época, Toque de amor  e futura participante dos famosos concursos de miss suéter.Eu só pensava nela.Era até um troço muito chato.Ás vezes eu queria ver um filminho diferente na minha cabeça, mas não adiantava, lá estava ela de mini-saia vermelha, com a blusinha branca, meia de cor branca e sapatos pretos. Só a imaginava de uniforme. Mas era muito legal!Um dia saí com uns amigos para ir a uma festa e enchi a cara de cuba-libre, misturei com cerveja, enfim uma tragédia. Fiquei desprendido até demais. Ela voltou pra minha cabeça. Passei em frente a sua casa, muito doidão, cheio de coragem, a fim de arrebentar a boca do balão. Ela morava num sobrado.Eram onze horas da noite.O quarto dela estava aceso.Olhei para cima  e entusiasmo gritei: Soninha, eu te amo.Gosto muito de você.Ela chegou na sacada.Ai o entusiasmo aumentou e querendo filosofar, mandei essa!

- Gosto tanto de você que mesmo que você fosse lésbica,e eu uma bicha, o nosso amor daria certo, e mostraria que tudo poderia ser superado e de qualquer maneira, seja qual fosse a situação ou dificuldade que  existisse entre nós.
A luz apagou do quarto dela apagou, e segundos mais tarde uma bela tapona na minha cara acendeu-me, quando ela aos gritos falava:
-Depravado, além de não saber escrever meu nome, não sabe também, dar o nome certo às coisas, nem aos nossos sentimentos - finalizou.

Quando, eu a vi levando consigo aquele bundão irretocável, e não senti a boca do meu estomago endurecer, e sim um calor desgraçado no ponto certo do que deve realmente,endurecer, tive a certeza que tinha me transformado num adulto.
 Agora era só uma questão de tempo e ter o mínimo de habilidade para saber usar, sem bancar o idiota.

2 comentários:

Helena G.S.R disse...

Não tem jeito... com ou sem álcool, adolescentes fazem asneiras.
Bom, mas é claro que isso não quer dizer que não as façamos ainda. A idade não é garantia de muita coisa mesmo. ;)

Beijão!
Blog: *** Caos ***

PAULO TAMBURRO. disse...

HELENA,

verdade!!!

Na idade adulta nós continuamos a fazer asneiras maduras. kkk

Um abração carioca.