HETEROSSEXUAIS EM PÂNICO!










Época de grandes transformações sociais, quebras constantes de hábitos e costumes antes cristalizados na nossa sociedade, padrões de comportamentos inteiramente distintos dos conhecidos e que levou um dos maiores sociólogos da atualidade, Alvin Toffler, ao afirmar no seu livro o Choque do futuro, que vivemos em uma época que “decretou a morte da permanência”. Uma sociedade que não deixará raízes!
Paradigmas são rompidos, com uma voracidade inacreditável e que pode ser explicado no seguinte exemplo, ocorrido numa das nossas estradas, onde era comum, naquela época do machismo indesejável, os homens ofenderem gratuitamente as mulheres motoristas e
ocorreu quando um homem dirigindo na direção contrária a de uma mulher, colocou a cabeça para fora do carro e gritou:

-Cuidado na curva, vaca! E ela imediatamente respondeu :

-Vaca é a sua mãe, seu corno!

E esta mulher ao entrar na curva deu realmente, uma portentosa e vigorosa batida, atropelando uma vaca que distraída vagava no meio da estrada.

Não era uma ofensa e sim, uma ajuda.

Porém, numa sociedade em processo de mudanças, fica difícil distinguir-se e avaliar, o que era do ontem e que já passou a ser, do amanhã.
Tudo é efêmero, descartável, o novo de hoje, amanhã estará obsoleto e uma prova absurda e alarmante deste fato é a de que no Brasil já existem milhões de celulares a mais do que a sua própria população, segundo dados oficiais fato que levanta a questão de consumismo absolutamente, supérfluo,desnecessário e irresponsável.
E em todas as áreas do comportamento social isto é uma realidade para muitos conflitivas e neurotizantes, que os deixam absolutamente descompensados e emocionalmente inseguros, em pensar que estão nadando contra a onda do suposto modernismo, da moda que nos querem enfiar goela à dentro através da força avassaladora da mídia, refletido aqui no diálogo do cliente que numa consulta médica desabafa:

-Doutor , eu sou um homem doente, muito doente e pensar que já fui tão feliz!
O médico que na consulta anterior havia pedido todos os exames e constatado a perfeita higidez física do seu paciente pondera:

-Clinicamente, você esta com uma saúde de ferro, é ainda jovem e seus exames estão impecáveis.

-Doutor , eu estou doente, é preciso de ajuda.

-Mas o que você sente que o leva a acreditar nesta possibilidade?- volta a inquirir o médico

-Eu gosto de mulher, não consigo viver sem mulher!- declara o cliente e cobrindo o rosto com as mãos começando a chorar compulsivamente!
Após a inusitada declaração o médico pondera:

-Mas isto é normalíssimo, ora eu também gosto de mulher , somos homens...

-Então doutor, ambos estamos doentes
-Por quê?
-Repare doutor, os milhões de gays que desfilam na Paulista, os milhões que desfilam na Atlântica, esta invasão de homossexuais que invadiram as praças, as ruas, os programas de televisão no qual todos os repórteres de humorismo e participantes de reality show são gays e atuam em grupos, nas empresas,nas academias, nos gabinetes de políticos e o escambal, referendados, apoiados e incentivados por esta sociedade que diz que, realmente o mundo é gay, todos eles estão errados? Só nós que estamos certos?
Para e pense,caia na real dos novos tempos, nós estamos doentes doutor, somos hetero, gostamos do cheiro, dos seios,do corpo,das bocas ,do jeito das mulheres , destas coxas que andam por ai maravilhosas, torneadas, e as bundas doutor, nossa estas bundas!
Nós estamos doentes! – encerra o cliente sob o olhar atônito do médico

Nota da redação:Iniciamos aqui uma pesquisa perguntando se você conhece algum tratamento para a cura dos homens que ainda gostam de mulheres?

VERSÃO CRUEL DE : AH, DELÍCIA ASSIM VOCÊ ME MATA!







Divaldo Persinoto, não é aquilo que se pode chamar um homem que despertava, mesmo para as mulheres que vivem perseguindo desejáveis múltiplos orgasmos fantasiosos , nenhuma grande inspiração, porém, tinha uma carga de testosterona nas veias que o transformava num desejável búfalo no cio sempre que, uma mulher cruzava seu caminho.

Esbarrou com Célia Maria na entrada do Teatro Municipal aqui no Rio de Janeiro, quando ia assistir ao Lago dos Cisnes.

Olhares se cruzaram, mãos trêmulas se tocaram, ele percorrendo-lhe o braço bronzeado e cheio de pelinhos que lembrava um pêssego e ela entre surpresa e inevitavelmente atraída, alisou-lhe a barriga, como as mães de recém nascidos fazem para acalmar-lhes as cólicas.

E um fulminante diálogo fez-se a seguir:

-Prazer Divaldo Persinoto.
-Prazer Célia Maria.




-Então, Célia Maria gosta de balé clássico?
-Detesto, mas ganhei esse convite, e não ia jogar fora certo?
-Certo , mais poderíamos esquecermos a morte deste cisne e procurarmos,quem sabe, pela vida dos nossos desejos, pois Maria Célia está rolando uma química que é verdadeira coisa de pele entre nós dois.
-Também to sentindo

-É coisa de pele e nem posso ficar tocando muito em você , pois como não uso cueca, as evidências do que lhe falo, esta começando a ficar tão explícita que pensarão que estamos encenando,aqui, o despertar do ganso .(Muitos risos).

Célia Maria então, com aquele olhar rasante e diretíssimo para a área abaixo da linha da cintura do Divaldo Persinoto,suspira, entrega os pontos, sapeca, toda molezinha e se derretendo.

-Ui, que cena fantástica! Duvido que aquele cisne morto e chato, tivesse coisa melhor a me apresentar - entrega-se de corpo alma, penas e bico a sensual Célia Maria.

Percebendo que a presa já esta tecnicamente abatida,Divaldo Persinoto, dá o golpe de misericórdia:

-Vamos
-Vamos pra onde? – Pergunta Célia Maria com aquela carinha de safada dissimulada que sabe exatamente, onde o ganso experto vai chegar

-Vamos!- simplesmente repete o nosso varão, agora em tom determinado.

-Sim, é exatamente isso, temos de ir! – arremata Célia Maria, com um certo ar de filósofa dos amassos lbidinosos e como se aquela fosse a última!

E lá se foram, rumo ao paraíso de beleza e entrega total!

Já na caverna do Batganso ,super-herói vitorioso sobre aquele cisne esquisitão que morre sôfrego, ela se joga em seu pescoço e enfia-lhe uma centimetragem admirável de língua na boca de Divaldo Persinoto, ao som do sambinha imortal da bossa –nova, o pato , porém recuando extemporaneamente da intenção original pra perguntar:

-Você comeu sanduíche de mortadela hoje?
- Pela manhã responde Divaldo Persinoto.
-Mas até agora pedaços substanciais desta porcaria estão dançando entre os seus dentes
-Como assim, Célia Maria?
-Você não escova os dentes?

Entre revoltado e com a autoestima ferida Divaldo Persinoto arranca bruscamente a camisa e imobiliza Célia Maria, com um abraço que nem os mais rudes ursos não ousariam fazer.

-Espera, seu desodorante deve ter vencido semana passada, que maldição! - E afastasse levando as mãos às narinas.Tudo ruim!

Pensando estar sendo vitima pela primeira e vez em sua vida de um bullying sexual, Divaldo Persinoto, tira as calças e os sapatos e ai provoca uma inesperada reação de Célia Maria que decreta:

-Cara, você tem um odor pior do que aquele cisme morto que deixamos no teatro, depois de uma semana de putrefação, seus pés são a essência de um cheiro macabro,e das suas axilas perversas, emanam uma onda de vibrações indesejáveis que ferem meus olfatos, assassinando minha paciência de aturá-lo e, por favor, não fale nada, pois, seu hálito está insuportável .

-Eu vou tomar banho – afirma, o Divaldo Persinoto.

Tarde demais, pois Célia Maria já se vestia, fazendo cara de reprovação e cantando em tom sarcástico e debochado, o outro lado mas sombrio e indesejável da proposta original da musiquinha: Ah, delicia assim você me mata!

Célia Maria , pelo visto optou pela sobrevivência.

CRIANÇAS,FIQUEM QUIETAS E NÃO MEXAM EM NADA!

A casa é grande.

Fica no subúrbio carioca ,tem jardim,quintal , mangueira,jaqueira ,cachorros, cinco filhos rebeldes e uma turma de vizinhos que à primeira vista se poderia pensar tratar-se de menores infratores, mas que nada, apenas uma horda de meninos e meninas que povoa a casa do casal, mais conhecido na redondeza.

E exatamente, pela imensa casa que habitam, e por permitirem que praticamente a criançada da rua invada seus espaços familiares, transformando aquilo num verdadeiro clube, que eles são muitos queridos por toda a vizinhamça.

O casal trabalha fora e as mães dos sócios daquele imenso parque de diversões ajudam a vigiar aquela tribo ensandecida de pirralhos que vivem entrando e saindo dali.

A mãe dos cinco filhos é a médica veterinária Marta Helena e o pai um conceituado advogado da região que já livrou muita gente de incríveis confusões o Dr.Plinio Sapopemba, de uma tradicional família do bairro.

Ela, muito generosa com os animais não admite vê-los sofrendo nas ruas e ganha dinheiro no seu consultório e faz caridade na rua, onde ao passar por um animal carente ,desnutrido e com cara de menor abandonado, leva para casa,alimenta,cuida da saúde deles e os coloca na rua novamente.

Só que a bicharada, que não é boba nem nada, volta sempre para a casa da veterinária,afinal que não gosta de um aconchego?

Então, temos além de uma quantidade enorme de convivas dos filhos deles, ainda muitos outros animais da casa e convidados fortuitos e inesperados.

Uma balburdia!

Dr. Plínio Sapopemba, numa das causas que ganhou e por ter salvado da falência um próspero comerciante local,além dos polpudos honorários recebidos, mereceu a gratidão do cliente que ainda o presenteou com um quadro de um pintor francês do século dezoito, uma verdadeira raridade e de um colorido maravilhoso e por incrível que pareça, sem um único objeto concreto nele pintado, apenas curvas,borrões,manchas e misturas de tintas de uma beleza deslumbrante.

É a atração dos visitantes que ali aportam e admiram o quadro demoradamente, pela sua beleza de formas absolutamente abstratas e por esta razão, exposto a múltiplas interpretações críticas.

Num sábado ensolarado o casal resolveu pegar o carro e sozinhos dedicarem um dia, a si próprios, longe de filhos,vizinhos menores quase infratores,cachorros , gatos, maritacas com seus berros infernais, e outros bichos.

Um dia do casal e somente do casal.
Ao sair no entanto, a mãe veterinária já com os olhinhos marejados de uma saudade inexplicável reuniu a tropa e recomendou;

-Docinhos queridos da mãe, fiquem quietos, não mexam em nada por favor , em nada entenderam? Nada,nada,nada!

Lógico que entenderam tudo!

À noite ao voltarem a casa estava quase destruída , absolutamente desarrumada e até alguns quadros do Dr. Plinio Sapopemba tirados da parede para servirem de telhado para as casinhas dos futuros arquitetos daquela gang dos quase marginais infantis.

Imagens que fariam até o Cristo Redentor,chorar.

Apavorada ela ameaçou simplesmente espancar todo mundo, mas resolver partir para o diálogo:

-O que vocês fizeram aqui nessa casa? Esta tudo bagunçado, quase destruído, parece que passou um tsumani, por aqui ,seus selvagens trogloditas desumanos.

O filho mais velho usando da prerrogativa de líder ,partiu em defesa da gang e falou:

-Mãe fizemos exatamente o que senhora falou- defendeu-se o representante dos anarquistas

-Eu disse para não mexerem em nada e repeti, nada,nada,nada várias vezes, para vocês não esquecerem e olha como esta essa casa.

-Então mãe, foi a senhora mesmo quem disse quando eu lhe perguntei quando o pai ganhou esse quadro o que ele significava e a senhora disse que aquela porcaria não era nada.
Pô mãe, veja bem, nós nem tocamos no quadro.Não seja injusta, não mexemos em nada.
Nada está lá direitinho, exatamente como a senhora pediu e só brincamos com o resto. Nem se lembra do que falou, mãe?

DISCUTINDO A RELAÇÃO.









Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha com três mil pessoas indicou que os casais brigam em média trezentas e doze vezes por ano - principalmente às quintas-feiras por volta das 8h da noite, por dez minutos.



Não é coisa de inglês? Viram, a riqueza dos detalhes?

















E com certeza, deve ser as quintas-feiras porque começam a discutir a relação para o final de semana, mas cedo que nós os latinos, que elegemos a sexta-feira como o dia universal das bacurinhas assanhadas e dos cuecas de plantão latinos, cuja maioria não esta nem ai para as satisfações protocolares.


Metem o pé na jaca, mesmo, e depois esperam para ver como é que fica!


E só dez minutos de brigalhada?


Cara, eu tive uma namorada que para me fazer qualquer crítica ou “discutir nossa relação”, nunca falava menos do que as explicações que os homens em geral dão as mulheres para explicarem as razões de terem chegado às quatro da madrugada , em casa.


Haja criatividade e muito tempo para convencer, convencer, convencer...



Mas, esses ingleses são mais detalhistas que mulher se preparando para o primeiro encontro, mais precisos que relógios suíços e ficaria mais fácil eles dizerem logo o número de dias que não brigam durante o ano, o que não diferem muito da nossa cultura.


Fala sério!



No entanto, como já dizia Freud que: "Só odiamos a quem verdadeiramente amamos e não conseguimos alcançar”.



Na realidade,os casais vivem querendo alcançar estas utópicas felicidades ensinadas nestes pífios e enganadores manuais de auto-ajuda que, são sempre inalcançáveis até porque, quem os escreve sentem, vivenciam e sofrem das mesmas cólicas existenciais, do que o resto dos humanos.




Como consideramos as razões aqui citadas entres homens e mulheres inglesas, muito parecidas com as razões de todos nós, vale a reflexão sobe a matéria e pensar sobre isso!

O levantamento, encomendado por uma empresa varejista online de artigos e peças para banheiros, sugeriu que a esmagadora maioria das brigas se origina de motivos banais.



Afirmam que todos os casais brigam, sem exceção, mas ver o quanto eles discutem por causa de coisas simples, como as tarefas domésticas, nos faz abrir os olhos, pois é muito tempo perdido em bate-bocas, independente de quão irritante sejam os hábitos.



Tempo jogado fora!



E se as mulheres ficam mais frustradas com os hábitos dos parceiros, a pesquisa indicou que são eles que se separam, usando estes pretextos e em razão destas fúteis razões, ou seja uns tremendos mentirosos, pois , entre os latinos é mulher da rua que tira mesmo, os homens de casa.




Quer que eu minta?




Os hábitos que mais irritam as mulheres:


1. Deixar pelos na pia
2. Deixar a privada suja
3. 'Surfar' entre canais de TV
4. Não trocar o rolo de papel higiênico
5. Não abaixar a tampa da privada
6. Deixar as luzes acesas
7. Xícaras, latinhas , farelos e sujeiras no tapete e na cama
8. Toalhas molhadas no chão e na cama
9. Acumular roupas sujeiras e jogadas no chã0
10. Não dar descarga .



E os hábitos que mais irritam os homens:


1. Demorar, excessivamente para ficar pronta
2. Reclamar que ele não faz nada
3. Deixar as luzes acesas
4. Entupir o ralo do chuveiro com cabelos
6. Encher a lata de lixo além da capacidade
7. Deixar lenços de papel pela casa
8-Optar preferencialmente, por novelas ao invés de umas boas pegadas na alcova dos prazeres.
9-TPM.





Como se vê , lá como cá, homem é homem, mulher é mulher, abaixo ou acima da linha dos trópicos.





E "discutir relacionamento", não tem bandeira!

UM HOMEM DE PEDRA.

Wanda Maria era eternamente apaixonada por um homem piranha, galinha,devasso, e feito pizza dois em um: meio cafajeste e meio canalha.

Pior do que isso, diziam as suas amigas para ela, era morrer asfixiada no vácuo do espaço cósmico.

O que no entanto, elas não diziam é que ,a maioria que a criticava , já tinha deixado que ele brincasse nos seus parquinhos de diversões e feito uma bela faxina nos seus corações.

O nome deste cafajeste: Sidônio Rocha.

Era considerado uma verdadeira muralha da china quando o assunto era um compromisso mais serio com elas que o desejavam de forma ardente e às escondidas, pois, nenhuma delas aceitaria ser descoberta como um prato feito do Sidônio Rocha.

O cara era um homem de pedra, jamais deixava fisgar-se mesmo por aqueles peixões de arrebentar o fio do anzol.

Wanda Maria era entre as amigas dele a única que de maneira ingênua tornava público seu afeto por ele, pois afinal o amor é cego e algumas vezes , absolutamente ingênuo.

Existe uma teoria antiga que tenta comprovar que mulheres adoram homens canalhas e cafajestes e foi o premiado dramaturgo, jornalista e escritor carioca por opção, Nelson Rodrigues quem escreveu exaustivamente sobre isso, afirmando em tom sempre polêmico e provocador com um humor cáustico, existirem dois tipos de cafajestes e ambos com uma característica em comum ou seja, desocupados de carteirinha não- assinada, estando portanto,sempre à inteira disposição das mulheres.

O primeiro seria o cafajeste brando que é obsessivamente doentio naquilo que admite ser o fato de gostar de uma mulher.

Vive engendrando armadilhas para levá-las para a cama e pensa vinte quatro horas naquilo e como enganá-las, para obter-lhes o aquilo e o aquilo outro, entre os quais alguma remuneração direta ou indireta para sustentar-lhes as roupas da moda , os perfumes de odores vigorosos com os quais se banham literalmente, e como não podia deixar de ser, alguma cota pecuniária extra, para o feijão nosso de cada dia.

O cafajeste brando é, também aquele que abre a porta do carro para a mulher,dependendo de quanto precisa para sobreviver naquele mês, manda-lhe flores e aumenta a assistência sexual à vitima, para deixá-la ainda mais extasiada e entregue às suas estratégias amorosas e de resgate financeiro.









Já o outro tipo de cafajeste , o clássico, é bruto e agressivo, trata a mulher como algo menor, a humilha para subjugá-la e usa até de violência para dizer quem manda realmente, naquele terreiro, faz um tipo de marginal repugnante e indesejável, mas tem o seu público.

Parece que estes comportamentos masculinos imprevisíveis, acompanhados de certo glamour machista e de cafajestes, ainda hoje, encontram terreno fértil entre os canteiros das carências de algumas mulheres que além de gemerem entre gritos e sussurros ainda pagam caro por estes excepcionais e competentes machos de alcova,qualidade esta que aniquila com qualquer resistência feminina.

Wanda Maria , nem via Sidônio Rocha por este ângulo pois, o amava um amor romântico e queria ir com ele para o altar, já tinha escolhido a igreja, os padrinhos,o modelo do vestido de noivas, aquele bolo de quatro andares e o local para lua de mel e só faltava comunicar todas estas fantasias a ele,atitude esta que por sinal, não a encorajava nenhum pouco.

O homem de pedra , aquela rocha, parecia inexpugnável, inatingível, impossível de ser domado, enfim um caso perdido.

Um dia Wanda Maria teve fortíssimas cólicas renais diagnosticadas pelo médico como pedras nos rins.

Tomava medicações e nada, até que uma velhinha rezadeira da vizinhança ao visitar-lhe receitou-lhe chá de quebra-pedras, como um santo remédio.

À principio duvidou , mas já tinha tomado tanta droga que mais uma, menos uma, que diferença poderia fazer, e durante alguns dias encheu a cara do tal de chá de quebra –pedras.

Dito e feito expeliu todas as pedras, fragmentadas e quase que sob a forma de uma fina areia.

Tal fato lembrou-lhe que, se o chá quebrava realmente as pedras dos rins , quem sabe quebrasse também, o temperamento e o coração rochoso e petrificado daquele contumaz cafajeste o Sidônio Rocha?

Vejam quanta imaginação e o que pode a força do amor desencadear de fantasias no ser humano!

E numa das visitas que ele a fez por cortesia mas, francamente de olho naquele corpinho gostoso de Wanda Maria, ela aproveitou o calor intenso daquele dia e misturou chá de quebra pedra a litros de mate os quais o Sidônio Rocha bebia com a fúria de um destemperado.

E começou a pedir para ir ao banheiro urinar, e o fazia toda hora até que Wanda Maria entrou no banheiro com ele e verificou que, o bendito chá tinha conseguido também quebrar o homem de pedra que lhe implorava com os olhos marejados de lágrimas sofridas, por um momento de amor verdadeiro, prometendo-lhe até casamento.

E logo naquela primeira relação,ao som de um bolero e ali mesmo no chão do banheiro, que ela engravidou.

O irreconhecível e quebrado Sidônio Rocha tinha virado uma geléia e fez absoluta questão de casar-se de papel passado com a Wanda Maria para “reparar-lhe os danos”, e hoje vive a cativar Wanda Maria e não desgruda nunca daquele filho que, ambos concordaram na pia batismal a chamá-lo de Walter Carlos, mas somente conhecido em todos os lugares pelo carinhoso apelido de WC.


E como diria nosso saudoso Nelson Rodrigues: É só!

CALDEIRÃO DAS OPÇÕES SEXUAIS.

Heterossexual, lésbica, gay , gay sissies, gay crossdresser, bissexual, homossexual, transgênicos, andrógenos, ecléticos, polivalentes, indefinidos, simpatizantes e o escambal.

Em que categoria você se enquadra?

Qual é a sua?

São tantas as opções, que já perdemos a conta e não culpo se você ficar confuso e ansioso por não querer errar , ficando então,antes de responder, pensando ,pensando,pensando...

Fala serio!

No entanto, a imensa maioria ainda é heterossexual.

Mas a heterossexualidade, creiam, está com os dias contados, pois numa avaliação sociológica mais aprofundada e comparando as atuais variáveis existentes e fazendo algumas projeções estratégicas , poderíamos afirmar que o ser humano deverá ser hiper-ultra- mega flex, em termos de opção sexual, em futuro próximo

É uma projeção e estou apenas juntando peças de um grande quebra cabeça deste caldeirão sexual hodierno e jogando com as práticas da sociedade contemporânea sem, no entanto , estar aqui aplicando nenhuma metodologia de pesquisa cientifica, sendo absolutamente intuitiva esta minha afirmação.

Isto porque, ainda existem no Brasil, por exemplo imensas e díspares distorções dos comportamentos sexuais se analisados pelas nossas diversas realidades regionais , mas que estou convencido que daqui a algumas décadas irão incorporar-se aos padrões sexuais , hoje já aceitos no sul e sudeste maravilha.

Na realidade, o Sul e Sudeste maravilha do Brasil constitui-se numa grande suruba de tendências sexuais, porém no resto da nação algumas regiões ainda não embarcaram nesta e a regiões Norte e Nordeste são profundamente conservadora e algumas coisas, elo menos na teoria, são proibidas.

Prova de que este caldeirão das opções sexuais ainda não chegou aos locais mais conservadores da nação brasileira, pode ser constada pelos dados contidos na “Pesquisa Social Brasileira”, que se encontram no livro, “A cabeça do Brasileiro” do sociólogo Alberto de Carlos Almeida, o qual recomendo e vou logo avisando que, jamais vi esse cidadão na minha vida e portanto, não estou levando propina.




Neste livro o autor constata - sempre que a pesquisa inclui todos os estados brasileiros e, não somente, o Sudeste Maravilha - algumas das mais marcantes peculiaridades do nosso povo,quais sejam:

Nós aprovamos o “jeitinho brasileiro” em qualquer situação,não temos espírito público e talvez por esta razão o escritor mineiro Otto Lara Rezende dizia que o” brasileiro só é solidário no câncer”.

Constata ainda que somos contrários ao liberalismo social, a favor da censura, fatalistas extremados, defendemos a Lei de Talião do olho por olho dente por dente, e somos a favor da intervenção do Estado na economia e em geral não confiamos nos amigos.

E quanto à sexualidade , na prática a teoria é absolutamente outra e surpreendente , com relação aos itens:

-Beijo de língua : Não pesquisado. -Homossexualismo masculino : 89% contra.
-Homossexualismo feminino: 88% contra.
-Sexo anal : 74% contra.
-Sexo oral, masculino ou feminino : 60% desaprovam.
-Masturbação masculina : 40% desaprovam;
-Masturbação feminina : 44% desaprovam.

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