EDIÇÃO ESPECIAL: AS MELHORES PIADAS DO MUNDO!



                                  



A Dedução de Watson 


Sherlock Holmes e o doutor Watson vão acampar. Após 
um bom jantar e uma garrafa de vinho, entram nos sacos 
de dormir e caem no sono. 
Algumas horas depois, Holmes acorda e sacode o amigo. 

- "Watson, olhe para o céu estrelado. O que você deduz 
disso?".
Depois de ponderar um pouco, Watson diz: 

-"Bem, astronomicamente, estimo que existam milhões de 
galáxias e potencialmente bilhões de planetas. 

Astrologicamente, posso dizer que Saturno está em 
Cancer. 

Teologicamente, eu creio que Deus e o universo são 
infinitos. 

Também dá para supor, pela posição das estrelas, que 
são cerca de 3h15 da madrugada… 
O que você me diz, Holmes?". 

Sherlock responde:

- "Elementar, meu caro Watson. Roubaram a nossa 
barraca!"




Caçador Abatido 





Dois caçadores caminham na floresta quando um deles, 


subitamente, cai no chão com os olhos revirados. Não 


parece estar respirando. 


O outro caçador pega o celular, liga para o serviço de 

emergência e diz: "Meu amigo morreu! 


O que eu faço?"?


Com voz pausada, o atendente explica: 


-"Mantenha a calma. A primeira 


coisa a fazer é ter certeza de que ele está morto". 


Vem um silêncio. 

Logo depois, se ouve um tiro. 


A voz do caçador volta à linha. Ele diz: 

-"OK. E agora?". 


TEM MÃE QUE É CEGA.

- Mamãe, posso usar o seu vestido?
- Não!
- Mamãe, posso usar a sua combinação?
- Não!
- Mamãe, posso então usar o seu batom? Eu já tenho quatorze anos!
E a mãe finaliza:
- Não, não e não! E vê se não me enche o saco! Eu tenho muita coisa pra fazer, Jorginho!

A SOGRA.

Um sujeito levou a mulher e a sogra para conhecerem Jerusalém. Chegando lá, a velha não agüentou a emoção de conhecer a Terra Santa, teve um ataque cardíaco e morreu.
Depois de tomar as providências necessárias, o casal descobriu que trasladar o corpo de volta para o Brasil custaria 10 mil dólares.
- Meu bem — disse a esposa ao marido —  se quiser,  podemos enterrar mamãe aqui mesmo. Não me importo.
- NÃO! — disse-lhe o marido — em Jerusalém não a enterro de jeito nenhum!
- Por que, meu amor?
-Um sujeito foi enterrado aqui e depois de três dias ressuscitou!

COM RECEITA É OUTRA COISA.


Numa pequena cidade do interior de RS, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:
- Por favor, quero comprar arsênico.
- Mas... não posso vender isso ASSIM! Qual é a finalidade?
- Matar meu marido!!
- Pra este fim.... piorou... não posso vender!!!
- A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, transando com a mulher do farmacêutico.
-Ah bom!...COM RECEITA É OUTRA COISA!!!

DESCULPAS DE QUEM É BROXA.



CÍNICO. Isso é que chamo de sexo frágil!

COMPREENSIVO. Liga não, ele faz isso só para chamar a atenção!

ESPORTISTA. Logo hoje que ia dar a milésima e dedicá-la às criancinhas do Brasil!

FREUDIANO. É que ele tem trauma de adolescência: vivia apanhando e era sempre cinco contra um!

GROSSO. Desculpe-me, mas é que ele tem nojo dessa coisa úmida, fedida e gosmenta.

ICONOCLASTA. Levante e ande, descrente!

INCONFORMADO. Gozado, isso nunca me  aconteceu antes!

IRÔNICO. Nossa, deve ser alguma coisa que não comi!

MODERNOSO. Na verdade, acho que sexo é totalmente dispensável numa relação moderna.

SARCÁSTICO. Bem, só me resta cortá-lo e guardá-lo num vidrinho para as futuras gerações.

PURA FORMALIDADE.



- É formalidade, sogrão, pura formalidade. Mas estou aqui para pedir a mão de sua filha em casamento - diz o futuro genro.
- Formalidade coisa nenhuma. Pedir a mão é um gesto importante, familiar. Quem falou que é uma formalidade?
- Foi o ginecologista de sua filha, sogrão.

PONTO DE VISTA.

O jovem vai pedir a mão da filha de um milionário.
- Então você quer se casar com minha filha? Pois bem: a minha resposta depende da sua situação econômica.
E o jovem:
- Ihhh..., agora atrapalhou tudo, por que a minha situação econômica depende da sua resposta!



A CONQUISTA DA LUA : SEGREDOS E INTIMIDADES.

                   





Um piloto de testes e aviador naval dos Estados Unidos, escreveu seu nome na historia da humanidade.Afinal ,sua façanha não foi ter escalado o Himalaia, nem o Pico da bandeira e muito menos conseguir sair de casa sem se atrasar para o trabalho em cidades entulhadas de carros como Nova York,Rio de Janeiro ou São Paulo e sim, foi o primeiro homem a pisar na lua.Era comandante da missão Apollo 11 e em 20 de julho de 1969 marcou o solo empoeirado  daquele satélite natural da Terra com seu sapatão enorme, cujas marcas deixadas na Lua  foram mais fotografadas do que a avantajada retarguarda desta farta e generosa Mulher Melancia.O nome deste astronauta: Neil  Armstrong.



Este pioneiro tem bons e inusitados segredos e intimidades para contar, além de suas parafernálias de informações cientificas que, coletou naquele enfadonho deserto lunar com suas crateras cansativas de se ver e, aqui entre nós, cuja melhor paisagem  de lá, foi ficar deslumbrado com a imagem magnifica do nosso planeta Terra  e exclamar: A terra é azul !
As façanhas de Neil Asmstrong, não pararam por aí pois,em maio de 2005, por exemplo, ele protagonizou um dos mais inéditos casos de processo por direitos autorais que se conhece, envolvendo o seu barbeiro de mais de vinte anos de amizade, Marx Sizemore.Isto porque, aquele barbeiro vendeu por três mil dólares as mechas dos cabelos cortados do astronauta a um fanático colecionador, sem o consentimento ou conhecimento do  famoso freguês e processado, foi obrigado pelo tribunal a devolver o cabelo ou o dinheiro. Sem ter como reaver os restos de cabelo, Sizemore devolveu os três mil dólares ao astronauta lunar pioneiro que os doou a uma instituição de caridade.Cabelos sempre dão ótimas histórias!




No entanto, a história campeã de audiência da vida de Neil Armstrong é de um raro, refinado e inteligentíssimo humor, que começou com um fato ocorrido na sua infância e que talvez tenha feito com que ele tivesse aceitado um estranho e curioso desafio.Consta que o menino Neil estaria jogando baseball com um amigo no jardim da sua casa quando a bola escapou para o lado dos seus vizinhos, os Gorsky,indo parar exatamente, debaixo de uma janela do quarto do casal.Neil apressou-se em apanhá-la e lá chegando, ouviu uma áspera discussão entre eles, no mínimo inusitada. A mulher, dizia para seu marido o Sr. Gorsky que parasse de “pedir aquilo” e em tom desafiador, colocando uma pá de cal no assunto, esbravejava dizendo que sexo oral ela só faria no dia que o menino Neil Armstrong, colocasse o pé na lua.Imaginem a frustração do desolado Sr.Gorsky, mediante tão insólita probabilidade!


Os tempos passaram e muitos garantem que existe uma gravação de um diálogo do Centro de Controle da NASA em Houston e a Lua na qual, Neil Armstrong saltando no solo lunar teria exclamado, enfaticamente e com uma alegria incomum, uma frase que os operadores na terra não conseguiram decifrar naquele momento e que só mais tarde ele mesmo iria explicar.Ele disse:
-Good luck , Mr. Gorsky ! (Boa sorte, Sr Gorsky!).
Bem, como se vê, Neil Armstrong cumpriu a parte dele, mas será que a mulher de Mr.Gorsky manteve a palavra?







PALAVRINHA DA MODA.

                            


O novo dicionário  do Aurélio reúne 435.000 verbetes,locuções e definições,110.000 etmologias e 54.000 exemplos para facilitar a vida de todo mundo.


Apesar desta riqueza maravilhosa,tem gente que gosta de economizar palavras.
Eu vou transcrever um diálogo que ouvi entre um rapaz de aproximadamente 29 anos e uma mulher de seus 26 anos.
Ambos conversavam na fila de um cinema e foi mais ou menos assim.

Ele- Disseram que este filme é ótimo.
Ela-Comcerteza.
Ele - Gosta deste ator?
Ela- Comcerteza.
Ele- Já viu outros filmes dele?
Ela- Comcerteza.
Ele- E a atriz é muito bonita e gostosa, também! (risos)
Ela-Comcerteza
Ele- Gosta dela também?
Ela-Comcerteza.
Ele- E a sala vai encher, olha só o tamanho da fila.
Ela-Comcerteza.
Ele -Acabaram com todos os cinemas de rua, só tem sala de projeção agora em shopping, você já notou isso?
Ela- Comcerteza.
Ele- Uma pena. Eu morei num bairro que tinha oito cinemas e todos viviam lotados, não importava o horário , e sábado e domingo então era uma festa.Chegou a curtir esta época?
Ela-Comcerteza.
Ele - Chegou a nossa vez de comprar o ingresso. Posso pagar seu ingresso , uns refrigerantes e pipoca?
Ela- Comcerteza.
Bem, eu adianto a todos vocês que, lá dentro do cinema,ele deve ter feito a ela aquele convite muito especial, depois é lógico de muitas outras propostas de múltiplos e irresistíveis momentos de pegação.
Tudo o que eu espero é que, ela tenha continuado a responder:
-Comcerteza!!!
Isto para o bem de todos e a felicidade geral da nação.



E como HUMOR EM TEXTO também é cultura,lembramos que comcerteza,se escreve: Com certeza. 
Ou seja , mais separado do que casal depois de 40 anos de casado, na cama.
Com absoluta certeza!
Quer que eu minta?








VOLTAMOS COM O NOSSO CONSULTÓRIO SENTIMENTAL.

                            
                                                                          





                                E-MAIL CURIOSO QUE RECEBEMOS.

 RODRIGO BHERTIOGA, TATUAPÉ, SÃO PAULO.

Meu blogueiro preferido, Paulão Tamburro espero que você possa me ajudar, pois, não consigo uma bandida de uma namorada, nem umazinha, acredita? Com tanta mulher por ai. O que é isso? Outro dia estava sentado no banco da praça mexendo no meu iPad, sentou uma gatinha linda e pensei: Tomara que seja esta!
Continuei a pesquisar no meu iPad, ela saiu e eu, nem vi. Depois chegou outra e me perguntou a marca do iPad e disse e, continuei a ver as coisas que gosto de pesquisar nele. Mas, quando olhei para o lado, não estava mais. É mole?
Saí dali e me deu vontade de ir ao cinema e na fila fiquei procurando no iPad a sinopse do filme que iria ver naquela hora e senti alguém atrás de mim, senti até a sua respiração quente quase no meu ouvido,perfumada e fingi que não percebi, tentando achar no iPad a tal resenha do filme e quando olhei para trás... não estava mais lá. Teria desistido de ver o filme? Que chato!
Depois do cinema fui jantar, e um amigo meu telefonou e começou uma conversa que durou toda a minha refeição e com o celular imprensado entre o ombro e o ouvido, tive que comer assim, pois, o problema dele era muito sério. Fiquei até com dor de cabeça de tanta conversa pelo celular. Durante todo o tempo observei duas mulheres olhando pra mim e cochichando entre elas, rindo e uma até deu uma piscada de olho, dando mole mesmo. Mas não podia deixar de ser solidário, concorda? Uns cinqüenta minutos depois, o cara quando acabou o drama dele não tinha mais ninguém. Elas tinham ido embora.
Foram muito apressadinhas, custava esperar um pouquinho, não é Paulão?
Saí dali e fui ver umas vitrines, e sempre conferindo num site de compras no meu iPad os preços daquela loja que estava e comparando com os preços de outras lojas que, eu pudesse comprar, também, afinal não gosto de ser roubado. Vi que uma gostosa elegante , bocão, coxão, como eu gosto, morena com um corpão, parou do meu lado. Estranhei porque era uma loja de roupas masculinas, mas tudo bem. Ela me olhava muito e teve uma hora que, até encostou o braço no meu e ainda se desculpou por estar me atrapalhando nas minhas procuras de preços de roupas masculinas mais baratas, no meu iPad. Fingi que nem liguei.Era bonitona mesmo, Paulão, mas aí encontrei no iPad um preço menor em uma outra loja do que daquela que estava vendo a tal roupa e fui pra lá.A mulher sumiu,assim do nada.Não é muita falta de sorte?
Pequei um ônibus e outra garota ficou olhando insistentemente pra mim, parecia uma mulher muito maneira, cara de trabalhadora, bem vestidinha, muito cheirosinha e como estava pesquisando no iPad os preços das tais roupas,nem pude dar atenção àquela delicinha. Ela soltou e fiquei na mão. Está vendo a maré que eu ando? Será que existe uma palavra sua que possa resumir todo esta minha falta de sorte, Paulão?

RESPOSTA.

Rodrigo existe sim,pois, quem usa o iPad para surtar na solidão tecnológica, deve ser resumido numa palavra: iDiota.

O SEGREDO DO HOMEM MAIS CALMO DO MUNDO.

                                     
 
                                         
   


















Salofena Maria, filha de uma conservadora família de Bangu, subúrbio do Rio de Janeiro, era mulher que fora treinada, em tempo idos, para ser uma esposa devotada, mãe exemplar e dona de casa que se virasse mais do que frango assado em forno de porta da padaria, para manter as coisas em ordem e tudo sob controle no seu lar.
Quatro filhos em idade escolar e feitos um atrás do outro com muito amor e carinho por aquele casal procriador por excelência, ele um caixa de banco, ela uma professora primária que, nunca chegou a exercer a profissão.
Sobrava naquela casa muito trabalho e pouco dinheiro para manter aquela bagunça que Salofena Maria, apesar de sua bravura e dedicação, não podia fazer melhor e, por esta razão vivia sempre sob as acusações descabidas e injustas de Deoclécio Mauro um sôfrego e estressado homem que só via dinheiro, quando começava a trabalhar no banco ou imaginava o que tinha dentro daquelas caixas eletrônicas da sua agência, isto quando também, elas não estavam arrombadas, como ele!
Para variar, Salofena Maria era mais agitada que minhoca em areia quente, faladora compulsiva e Deoclécio Mauro quase um vodu sempre cansado e com olheiras explícitas, calmo por necessidade de sobrevivência, mas mesmo assim, as brigas eram constantes.
-Escute aqui, “Mormaço” – assim ela chamava seu calmíssimo esposo – acabou o gás do fogão, entupiu a pia da cozinha, queimou a resistência do chuveiro elétrico do nosso banheiro, não tem macarrão, óleo, feijão, as crianças precisam de sapatos para ir à escola, e minha mãezinha vem passar uns meses aqui em casa, pois, está deprimida e já tentou o suicídio, duas vezes na semana passada. Temos que comprar cama e armário para ela! Não vou abandonar minha mãezinha, nunca, portanto mexa-se! – foi logo comunicando Salofena Maria.
O maridão vivia escutando estes tormentosos problemas e que eram diários, sempre de pé e com a mão no bolso, numa atitude pacífica, apesar de estar constantemente, resmungando e reclamando “civilizadamente” da mulher, parecendo querer esconder a mão nos bolsos, para que não houvesse dúvidas de que ele jamais as usaria para bater na esposa.
Deoclécio Mauro era, além de calmo, um pacifista nato e, por esta conduta assemelhada a uma estátua de praça pública, irritava muito sua espavorida e inflamada mulher que sempre terminava qualquer reivindicação quebrando algum prato ou objeto doméstico assemelhado.
E respondeu o marido:
-Fique tranqüila, tudo será resolvido na paz e sem motivos de desesperos.
-Você sempre fala isso, “Mormaço” e nunca resolve nada.Lembra que o telhado está todo quebrado e quando chove é uma pingação danada aqui dentro de casa, há mais de dois anos?
-Vou consertar... Tenta reagir Deoclécio Mauro.
-Vai nada, sempre com essa mão no bolso parecendo um paspalhão. Cara estou ficando muito nervosa com isso tudo, estou me sentindo despentelhada com tantos problemas.
Despentelhada ouviu?


E neste momento, Deoclécio Mauro, ao ouvir aquela palavra mágica, puxou violentamente o último fio de cabelo que ainda restava lá por baixo na sua sofrida região pubiana, pois sempre e a cada discussão com a Salofena Maria ele, com mão no bolso, parecendo estar absolutamente calmo, estava na verdade arrancando e vigorosamente, um por um daqueles seus sofridos e cada vez mais escassos pêlos pubianos, até que agora, finalmente não sobrara mais nenhum.
Triste segredo!