PRESENTE DE NATAL: MEIAS BRANCAS, NUNCA MAIS!











Foi‑se o tempo, no qual em festividades como o natal, a grande opção principalmente, daquela tia pão-dura era nos presentear com aquele indesejável par de meias brancas. Não precisávamos nem abrir o embrulinho, pois a prática de tantos anos seguidos recebendo aquela droga, já podia ser identificada pelo tato e o volume do presente.

O pior era que nenhum comerciante embrulhava uma paupérrima e simplória meia para presente. Então aquilo era enrolado num papel de presente amarrotado que elas já tinham em casa e colado com fita durex cortada no dente o que Ihe deva um aspecto distorcido e indesejável.

Mesmo assim e, para não aparentar falta de educação, tínhamos que abri‑lo e exclamar com um sorriso maior do que o do Papai Noel:

‑Ah, que lindo!

Em seguida vinha aquele beijo na tia que nos abraçava com tanta força como se tivesse nos presenteado com uma Ferrari.

Bem, mas passado é passado. Atualmente, neste fantástico mundo globalizado e com este mercado invadido, seja pelos indefectíveis produtos asiáticos ‑ fabricados com mão de obra escrava -passando pelas falsificadíssimas mercadorias paraguaias, ate os mais sofisticados sonhos de consumo oriundos do primeiro mundo, a variedade, diversidade e múltiplas oportunidades de escolha para quem gosta de presentear bem e de forma inesquecível é de fato incontestável, desde que seja, obrigatoriamente um celular.


Hoje o celular é o substituto enfadonho, indigesto e tedioso daquele par indesejável de meias brancas, safadas e de nostálgica lembrança.

Sem ter a menor intenção de forçar frase de duplo sentido, mas na realidade o natal era uma boa...meia. No entanto, as meias podiam ser pretas, brancas e cinzas ‑ ou cores que variavam muito pouco e em tomo disto. Quanto aos aparelhos celulares, tem de todo tipo, cor, tamanho, preço e com funções tão desnecessárias que até assustam. E quanto mais completos e complexos, mais caros.Mas, não se impressione com isto, pois os financiamentos cheguem até aos vinte anos, sem entrada e com prestações tão baixas que qualquer um desses milhões de brasileiros desempregados podem comprar.

As vendas de celulares evoluíram tanto que as empresas agora, os dão gratuitamente.





Existem também, estes hiper financiados aparelhos da moda, milhares de opções de toques de chamadas possíveis e imagináveis como mugido de vaca, latido de cachorro, sirene de ambulância, apito de trem, freada de caminhão, grito de mulher no parto, gritos e sussuros de orgasmos femininos, sons de instrumentos com oboé, tuba, bateria, enfim tem para todas as sensibilidades.

Outro dia em pleno centro da cidade ouvi gritos desesperados de socorro acompanhados de rajadas de metralhadoras de alto calibre e poder de fogo o que fez com que eu e vários outros transeuntes nos jogássemos no chão e já com as mãos na cabeça, até que uma voz feminina gritou mais alto do que aquele pavoroso ataque terrorista atendendo seu celular:

-Alô benzinho, já estou indo pra casa.

Fiquei radiante em saber que o Iraque ainda não era aqui. E os tamanhos? Ah, os tamanhos destes notáveis celulares! Alguns cabem na palma da mão, outros mais ousados já fazem o tipo supositório. Mas tamanho, não é mais, só e isoladamente, o que leva a compulsiva obsessão de consumo destes aparelhinhos e, sim as suas funções.

É aqui que toda a criatividade tecnológica desta infernal massa encefálica humana, diz ao que
veio.E tem mais :celular, não falha.De qualquer lugar deste planeta terra você consegue falar com um nitidez espetacular.Se o seu celular não pegar ou não falar de certos lugares o problema é seu.leia os manuias, corretamente. São simpçes e objetivos. Os nossos avós pensavam que telefone era para telefonar. Certo? Absolutamente, errado.Telefone é para jogar games, escutar musica, tirar fotografia, filmar, alisar os cabelos, depilar. as axilas e outras seis milhões e trezentas funções que não cabem nem no manual que vem de fabrica.Você vai recebendo aos poucos e mensalmente todos os apêndices explicativos do manual original, seguindo a metodologia de Jack "O estripador".Por partes, por partes e sem estresse!

É muito interessante e adoravelmente instrutivo ler os manuais. Se você estiver desempregado então é um verdadeiro achado. Apesar de todo mundo ter um, a impressão que se tem é que aquele que esta sendo usado na sua frente é único e distinto de todos os demais.Aquele, especificamente, com certeza deverá ter uma função ou qualquer outro "mistério" que nenhum outro tem, pois o usuário ao falar no seu celular, passa a impressão de que o Bush está Ihe convidando para passar um final de semana no Iraque, ou quem sabe o dono da Microsoft insiste em convidá‑lo para presidir a sua empresa.

Dizem que os gordos são mais espalhafatosos quando usam seus aparelhos.Já as mulheres são acusadas e injustamente de falarem demasiadamente, jogando muita conversa fora, entre risinhos, caras e bocas.Os corruptos e políticos – necessariamente, não nesta ordem - só falam ao celular tapando a boca junto ao aparelho, e os caidinhos financeiramente, só recebem ligações e quando ligam, é a cobrar.

Já os mais idosos além de babarem muito, os celulares repetem constantemente certas palavras como:

- o quê? Não, entendi, fala mais alto, mais aaaalto...

Portanto neste natal tenha personalidade, não se deixe levar pela mesmice e acima de tudo, faça diferente do que faziam suas tias e dê um celular de presente. Desta forma estará colaborando para a campanha do natal sem fome das gangues de arrastão ou do pivete ávido por um roubinho, básico e rapidinho.

Celular continua sendo o alvo principal desta gente excluída.

Mas, afinal é dando que recebemos e um feliz natal!

-Alô, alô...

EU SOU É MACHO !



A fama de que, a maioria dos homens seja pouco corajosa para as doenças e, as enfrente com muito mais dificuldade do que a mulher é absolutamente, verdadeira! Alguns homens não querendo reconhecer esta verdade - que as mulheres proclamam com um certo ar de superioridade - as chamam de sadomasoquistas.Isto na melhor das hipóteses ofensivas possíveis.


O pior é que estamos diante de uma constatação definitiva. Quando você compara os comportamentos de homens e mulheres nos momentos de dor, chega a ser trágico se não fosse cômico. Por exemplo: ambos estão com enxaqueca.A mulher com a pressa de quem não tem tempo a perder, com estas bobagens, enfia logo uns comprimidos, goela à dentro e, em geral, continua fazendo seus trabalhos habituais e vai levando.Se a dor é muito forte mesmo, descansa uns dez minutos, levanta e já vai a luta.


O homem começa a vomitar intensamente. Entre gemidos e algumas palavras inapropriadas, diz que a cabeça vai arrebentar e que está completamente tonto, o coração está disparando e acha que vai ficar cego.Vomita novamente.Bota a mão em cima do coração, teme que a “bomba” pare.Ou será que já parou?Se estiver no trabalho pede para ir para casa.Seu chefe que, também é outro homem e frouxo, o apavora mais ainda, dizendo que ele está ficando verde e que seus olhos parecem estar revirando.


Aí o cara nem pensa mais em ir para casa. Desmaia ali mesmo.Levado para o departamento médico implora por medicação oral, um comprimido ao invés de injeção. Mente dizendo que é alérgico a qualquer tipo de substância injetável e fica fazendo boquinha de choro para a enfermeira. Porém a dor não é tão intensa que o impeça de ficar olhando descaradamente, para seus seios, coxas enfim...
Já, aquela nossa outra mulher imaginária e com enxaqueca – durante este período que nosso autêntico macho diz estar sentindo aquelas inúmeras dores horrorosas e insuportáveis, pagando um enorme mico - já se recuperou e está na rua pagando, sim mas as contas em bancos, resolvendo problemas de IPTU, fazendo tudo.


Porém, nosso amigo continua na intensa luta contra o mal e agora lhe invade uma devastadora diarréia.Vai ao banheiro muitas vezes. Sempre quando volta diz para aquela generosa enfermeira, que não está “saindo nada”.E com muita indignação olha para enfermeira como se a bunda fosse dela e não dele!Suas mãos estão gélidas e insiste para a enfermeira constatar seu estado de pré-morto.



Ele segura com firmeza a mão dela e começa a questionar se não deveria chamar novamente, o médico.Ela tenta acalma-lo.Afinal ela sente pena, mas não deixa de ser cômico, aquele enxaquecoso ali estendido, completamente, descabelado na cama, com o terno todo amassado e com várias manchas de vômito, a gravata quase lhe enforcando, e só com um dos sapatos, pois, o outro ficou abandonado no banheiro.


Agora ele pede desesperado para urinar.O que ele quer é colo, atenção e a mamãe.Ele quer útero.Ele acha que vai morrer.A sua dor ninguém sentiu antes, nem parecida.E ameaça vomitar, novamente.As reclamações masculinas nos períodos de dor extrapolam a própria natureza da dor e começam a aparecer outros sintomas, que só ele acha importante, como um carocinho debaixo do umbigo, uma vermelhidão na virilha –certamente falta de banho naquele dia – umas fisgadinhas na uretra e quem sabe, pensa ele nervosamente, terá que fazer exame de próstata, operar o apêndice, ter fazer uma ponte de safena.Quando pensa na próstata fica muito mais ansioso.

Chama a médica e enche-lhe os ouvidos com perguntas tipo: qual é o dedo que os médicos usam para fazer o toque retal, se demora muito e finalmente, sem deixar o medico dar uma palavra ele mesmo afirma: dói pra cassete, não dói doutor?
Em seguida começa a falar mal da mulher.Reclama que é um homem de excessivos compromissos, vive muito estressado, não está agüentando pagar tantas contas e que a mulher dele não reconhece nada.

De repente deixa escapar uma frase raivosa da qual nem percebe toda a extensão: ”aquilo é uma ingrata”.Afinal alguém tem que ser responsável pela enxaqueca.Acusa levianamente a mulher de ser uma porca e analfabeta sexual e que para ela boquete é um ramo de flores. Barbaridade! Depois, pensa nos filhos.Vê as besteiras que esta bostejando começa a corrigir:

- “Não quis dizer ingrata neste sentido, entendeu doutor? Afinal é a mãe dos meus filhos, é boa mãe, a casa está sempre limpinha é uma mulher muito honesta. Mais é chata. Marca em cima. É culpa do meu casamento. O meu casamento acabou. Vou vomitar... e foi!”.

DEPOIS DA LUA DE MEL

É sempre assim: os noivos casam-se na igreja, festejam em casa, beijam e são
beijados pelos pais, avós, priminhos e priminhas e, finalmente, vão para a lua-de-mel, com direito a toda aquela fanfarra, digna dos melhores momentos de uma
produção cinematográfica.







Na volta, invariavelmente, aquela tia curiosa telefona e pergunta com a sutileza de um elefante pisando em ovos:

- Então minha sobrinha a “viagem” foi boa?

-Foi tia...

-Correu tudo direitinho?

-Correu tia...

-Ih, você está tão monossilábica. Vamos aos “finalmente”?

-Ah, tia foi bom e foi mal. O relacionamento sexual é uma coisa muito complexa sabe...

-Sei minha sobrinha, lembre-se que eu apesar de não estar em pleno gozo das minhas antigas aptidões, também, já fui “mocinha”, casei e tive minha lua de mel e dei, também minhas cacetadas! – pondera a tia com um profundo ar nostálgico de “quero mais”.

-Pois é tia, as nuances dos sentimentos humanos, são muito paradoxais e aquela intensa ambivalência de amor e ódio, vive permeando de forma intensa e inexorável, cada instante que precede as intenções instintivas de plena realização da libido.



-Hei Sobrinha, que palavreado é este? Você não esta lá na faculdade dando suas aulas de psicologia. Fale aberto com sua tia.De mulher para mulher. Abra seu coração.

Foi ou não foi legal? Não vai me dizer que ele é ela?

-Não tia, nada disto. As coisas não são assim, tão simplórias.

-Como assim?



-Bem, já que a senhora quer detalhes, vamos aos fatos: Quando nos deitamos, ele começou a me beijar muito ternamente, com a suavidade de um alegre e saltitante beija-flor a percorrer meu corpo, sempre descobrindo uma nova reentrância na minha pele, tal qual um cartógrafo do amor, mapeando os nossos desejos.



-Que lindo minha sobrinha, mas continua muito intelectualizado, para o meu gosto Reconheço que está muito romântico. Vamos em frente! Eu espero...

-Pois é tia, ele suava muito, apesar do ar condicionado. Aos poucos, no entanto, os carinhos suaves, transformaram-se num suspirar intenso como se tivesse incorporado um búfalo no cio e babava muito, de forma apopléctica, ameaçando entrar numa crise epilética ou coisa parecida. E eu ali imóvel, sem saber o que fazer, apesar de ter lido

muitas revistas femininas sobre a primeira noite. A senhora sabe que meu grande sonho era o de casar virgem...


Pois é querida, e eu sempre achei isso uma grande babaquice da sua parte, pois é dando que se recebe! Ninguém aprende certas coisas, só lendo – interrompeu a tia nervosamente.


-Mas, tia, ele sempre adorou aquela minha qualidade de casta. Dizia-me sempre com

um ingênuo sorriso de homem tímido e carente que, aquilo era meu passaporte para o casamento. Eu sentia-me a última vestal, ao lado do meu guardião, o primeiro que iria me possuir. O dono da chave do meu cofre.




Sabe querida tia, à medida que o clima foi esquentando, ele inesperadamente começou a falar, no meu ouvido, frases grosseiras e pervertidas que, eu nem tenho coragem de repetir...


-Fala minha sobrinha, não me esconda nada. Eu já ouvi tudo, daquele cachorro do seu tio.

-É muito traumático para mim...

-Fala, vai te fazer bem...

-Pois então, chamou - me de vaca, repetidas vezes. E de galinha, também. Disse que eu estava parecendo uma baleia branca e fria do pólo norte.

Incitave-me a ter comportamentos devassos, me chamando de prostituta, depois meretriz, e finalmente daquele substantivo feminino chulo, que é um sinônimo, de quatro letras. Eu não vou repetir, tenho vergonha...


-Eu sei qual é querida. Seu tio, aquele velho demente, mulherengo e sem vergonha, continua a me chamar disso, todo os dias: puta!

-Então tia tenho horror a esta palavra e, ele aos berros ordenava que eu mexesse, abrisse, fechasse, rodasse, pulasse, virasse... Ah, que coisa desagradável. Parecia um senhor de engenho mandando nas suas escravas. Exigiu que eu pedisse para que ele me arrebentasse toda e gritasse que ele tinha um tronco de gibatão. Eu nem sei o que é isso...

- Minha sobrinha, gibatão é uma madeira de lei muito dura usada na fabricação de postes. Eles são muito pretensiosos! Seu tio exige que eu diga que ele é um pica-pau. Pois sim, é uma rolinha e muito mixuruca coitado!

- Aquilo, foi me irritando tia e, de repente, resolvi sair daquela posição passiva e idiota e partir para o ataque.


Agarrei-lhe os cabelos, enfiei-lhe a língua lá dentro da garganta, dei-lhe duas bordoadas de mãos abertas nas nádegas, disse que ele era um frango atrevido, dei-lhe outra pancada no saco e comecei a pular de forma tresloucada e incontida em cima da barriga dele.

Além disso, tudo que estava próximo das minhas mãos eu pegava e ia enfiando-lhe na boca, e já nem sei mais onde...

-Como não sabe?

-Sei lá tia, era buraco, eu ia enfiando os troços...

-Quais? Suplica a tia.

- Fui enfiando, sei lá ...

-Mas era ele quem tinha que enfiar! - pondera a tia sábia e bisbilhoteira.

-Pois é. Lembrei-me de ter lido sobre aquele tal de sessenta e nove, mais não conseguia fazer mais nada, nem o setenta, muito menos o noventa.


Comecei a gritar palavras de ordem tipo: “reaja!”, “mostre ao que veio seu galinho garnisé metido a machão!”, “vai fundo, seu amostra grátis!”.

De repente, olhei para ele e estava estupefato, com uma cor roxa, meio azulada, seu corpo estava gélido, trêmulo e num ato de desespero começou a gritar:


- Sua virgem vagabunda, onde é que você aprendeu tudo isto? Enganou-me todo esse tempo. Pra mim você era uma vestal! Devassa, devassa, devassa!! - finalizou ensaiando uma crise epilética!

E a tia, finalizou de forma pedagógica:


-Esta é a síndrome do corno-maçaneta: aquele homem que pensa que todo mundo já meteu a mão na sua mulher e entrou sem pedir licença.


Eles são todos iguais. Provocam para que as mulheres tenham um desempenho das mais experientes prostitutas na cama e, quando elas se tornam, ficam querendo saber quem as ensinou. Quanta insegurança! - finaliza a tia dizendo que ligava depois porque o arroz estava queimando!

SERÁ QUE MEU MARIDO É GAY?


Novos tempos, novos rumos a implacável máquina do desenvolvimento cientifico e tecnológico a todo vapor e o homem já querendo reproduzir em laboratório a instigante e desafiadora teoria do começo do mundo: o Big Bang. Estamos na era da morte da permanência, pois tudo é efêmero, transitório, e a velocidade das informações são de enlouquecer.Apesar disto, as mazelas humanas continuam, via de regra as mesmas.Numa pinacoteca, a um canto, conversamos eu e duas mulheres, minhas conhecidas de algum tempo, quando uma delas me pergunta:
-Você acha que meu marido é gay?

-Espera aí Lucia, logo eu? Como vou saber? E o que leva você achar que seu marido possa ser gay?
-Que besteira Lúcia – retruca Sandra Mara uma louraça com uma invejável área de seios naturais e disponíveis para audaciosos pousos suaves ou com solavancos.Uma beleza!
Lúcia é destas mulheres que estão sempre procurando alguma coisa.Bonita, belo corpo, mas sem sal como diriam nossos avós.Está, sempre e literalmente, procurando alguma coisa, ou emagrecer 3 quilos, ou começar uma faculdade, ou terminar o casamento, aprender inglês, começar as aulas de Tai Chi Chuan, enfim...
-Há quanto tempo vocês já estão casados, perguntei.
-Quinze – respondeu, Lucia monossilabicamente.
-E ele não transa contigo? Vocês não têm vida sexual normal? Como você não sabe se seu marido é gay?
por aquilo que ele deixa de fazer-embaralhou Lucia, e continuou.Ele não tem pegada, é frio, muito frio,faz sexo como se estivesse jogando bocha, aquele jogo chato que os caras jogam as bolas grandes e tentam aproximá-la a mais possível de um outra menor chamada de Chico ou bolim.
-Que saco este jogo, atropela Sandra Mara.
-Imagine é o meu saco para fazer sexo com um cara destes.E sempre foi assim.Ele nunca me chamou de puta, sente prazer como se estivesse sentindo frio, fica gemendo baixinho. É terrível!
-Mas não xingá-la é um ato de elegância, não fazer estardalhaço é talvez excesso de educação - tentei ponderar.
Irritada Lucia, resolveu abrir o jogo:
-Olha cara, homem na cama tem que é que partir pra cima como se fosse um prato de comida.Ele é muito devagar. Eu já peguei meu marido fazendo sobrancelha com pinça, raspando a região pubiana para esculpir os pelos em forma de apache, fazendo depilação debaixo dos braços, nos peitos e nas pernas.Eu sempre disse a ele que gostava de pêlos e ele está parecendo um frango de natal.Lisinho e brilhoso! Não me beija na boca, porque diz que eu tenho herpes, só faz papai e mamãe, pois, segundo ele é a única coisa natural.


Não desce nem sobe, não me vira, nem se vira, nem de ladinho. Que coisa mais sem graça!Acaba vai correndo para o banheiro e toma um banho de mais de meia hora e não me deixa entrar. E querem saber? Já encontrei um belo e grosso consolador escondido nas coisas dele.
-Nossa, que perdição -Desabafa Sandra Mara embalançando aqueles maravilhosos peitaços.
-Nada disso prova que seu marido possa ser gay. Aquilo que você encontrou pode ser até de outra pessoa.E têm homens muito metódicos mesmos, que fazem sexo como se estivessem empurrando um carrinho de recém-nascido dormindo, ou seja, sem sair da linha e são cheios de mania de limpeza e outras babaquices.Cada um é um-filosofei.

-Então: meu marido, não é nenhum! Eu acho que meu marido é gay.
-Ele dá em cima da empregada? - perguntou Sandra Mara
-Empregado, retrucou a Lucia. Meu marido nunca quis empregada, ele diz que empregada menstrua e fica se coçando, não lava as mãos e depois vai fazer bolinho de bacalhau. E queria que o Gebão ...
-Gebão? Interrompeu Sandra Mara.
-É o apelido do empregado, pois, então, ele queria que Gebão dormisse lá em cara. Eu e que não permiti.Outra coisa, ele não tem nenhum nome de mulher na agenda do celular.Lá para casa só telefona homem.Ele sempre diz que são amigos .



Uma vez ele retribuiu um beijo para um tal de Bráulio.Não esqueço o dia em que fui dar-lhe um beijo na boca e ele estava com gosto de batom, até pensei que ele tivesse amante.À noite quando ele dormiu, fui cutucar nos bolsos do paletó dele e encontrei um batom de cor carmim.Morri de vergonha.No dia seguinte ele justificou que foi uma colega de escritório que tinha colocado e esqueceu.Eu acho que ele é gay!



-Lucia, isso hoje em dia é normal.Homens beijam outros homens na face, até na rua. Mandam beijos, enfim isto atualmente é comum. Veja os metrossexuais. Pintam, os cabelos, as sobrancelhas, se depilam, usam roupas colantes, estão sempre muito perfumados alguns até fazem prótese para aumentar o bumbum-ponderei para ver se diminuía o estresse da Lucia.
-Ah, pelo amor de Deus -se enfurece Sandra Mara com as minhas justificativas - implantar silicone no bumbum é demais.Isto é coisa de fresco, mais muito fresco mesmo!
Foi uma conversa longa e para variar na teoria nada ficou esclarecido, foi quando tive a idéia de colocar as dúvidas da Lucia à prova. Propus, certo de que o marido dela não era gay - pois o conhecia, e tinha certeza disto – em arranjar um amigo meu, saradão e rato de praia, um cara destes que qualquer mulher arriscaria dar casa, comida e roupa lavada, além dos incentivos de alcova imprescindíveis, para conversar com ele e depois adotá-lo com todas as despesas pagas. Assim foi feito. Ficaram amigos, muito amigos e de repente desapareceram como o coche encantado da gata da borralheira. Lucia agora ficou com duas dúvidas.A primeira que eu não consegui solucionar e, além daquela criei-lhe uma segunda, pois, ela insiste agora em dizer que ambos podem ter sido sequestrados. Sequestrados?
É, até podem!










OS BEIJOS.




Leitura interessante chegou às minhas mãos de forma ocasional, enquanto esperava uma amiga fazer aquelas coisinhas bem rápidas no cabeleireiro. A mulheres tem um instinto incrível e, tal qual, um experiente general no "front" da guerra, sabe exatamente, a estratégia a ser adotada para capturar o inimigo. Um bom pensamento na cabeça de uma mulher é uma oração, porém os maus, é feitiçaria pura. É um caldeirão de bruxa! A mulher, também, costuma saber com uma probabilidade de acerto impressionante, o momento de trocar as coisas, seja, colocando mais aqui, tirando mais dali, colorindo mais forte o cabelo ou clareando, afinando as sobrancelhas tipo “fileira de formigas” ou engrossando‑as, estilo libanês ou árabe. E não se enganem, quanto à máxima popular de diz: quando a mulher se pinta é porque vai à guerra! E dentro dos cabeleireiros sentem-se como verdadeiras guerreiras. Tal qual, os peixes esturjões, que são capazes de nadar centenas de quilômetros rio acima, para desovarem, no caso, das mulheres em cabeleireiros, desovam sim, suas deliciosas fofocas na nascente do rio daquele ouvido mais próximo.Talvez, este tenha sido o conjunto de razões, que levou aquela amiga ao rompimento da promessa que não demoraria mais do que uns quinze minutinhos, dentro daquele salão. Levou, exatamente, três horas naquela fornalha mágica da transformação feminina.E só saiu porque não tinha mais ninguém para ser alvo das suas “análises”.No entanto, foi muito útil, porque li dezenas destas revistas que as mulheres adoram e que trazem questionários e dicas muito interessantes.

Desde, por exemplo, de como prender seu amado pela boca aproveitando até o resto das cascas dos ovos ou como as pessoas dos mais diferentes signos se beijam. Achei aquelas descrições muito inconsistentes, no entanto como a idéia geral era boa, resolvi criar as minhas, esperando contribuições teóricas ou práticas:

Virgem ‑ beija com a boca sempre cheirando a chocolate, pizza ou refrigerante. A boca da virginiana parece um freezer, sempre com mil sabores e opções. Como é muito detalhista, enquanto beija fica com a ponta da língua contando os dentes da outra pessoa. E metódica e muito organizada, por esta razão o encaixe labial tem que ser perfeito e gerar vácuo na temperatura e pressão certas, e os estalos devem ser tão compassados como a batida da bossa-nova.

Ayres - Tem mania de morder a língua do companheiro, enfiando‑a depois a sua, até a glote da vitima. Como estão percebendo a ariana beija na boca como se estivesse jogando boliche. Na realidade o que ela pretende quando beija na boca é ficar balançando a "campainha" do outro. Invariavelmente é uma técnica que causa prazer a ela e cócegas no outro, o que, aliás, não deve ser o propósito de um beijo que se preza.

Gêmeos – adoram as duplicidades e por isto usam o lábio e a língua exatamente, da mesma forma, e com a mesma técnica, numa demonstração evidente de plena uniformidade. É como se fosse aquele casalzinho de irmãos univitelino, vestidos e comportando-se, exatamente igual para o resto da vida.

Peixes - Ficam esfregando as escamas na língua do parceiro e usa-as como se fossem nadadeiras fazendo uma escovação demorada na gengiva do seu paciente. Provoca mais sensação de risos do que outra coisa. Se o beijo na boca só provocasse riso, a vida seria muito sem graça!




Leão - Em geral têm os lábios grossos e cabelos fartos e longos. Daí ser inevitável que parte substancial daquela juba, adentre na boca do pobre caçador desavisado. A leonina na realidade, confunde beijo na boca com Síndrome de lava a jato. Não é animal?

Capricórnio ‑ entrando os chifres, o resto é uma festa. São, também de rara utilidade, pois a capricorniana é capaz de desentortar dentes cujos aparelhos ortodônticos levariam anos para fazê‑lo. No entanto, requer técnica e muita habilidade ao movimentar aqueles imensos cornos dentro da boca da sua alma gêmea.

Aquário - beijo na boca do aquariano é precedido de uma serie de rituais cabalísticos, pois, como acreditam serem as escolhidas do terceiro milênio, sempre valorizam ao máximo suas experiências terráqueas. Antes, fazem alguns minutos de meditação. Depois acendem incenso e curtem a fumacinha até o fim. Quando beijam propriamente, dito, sua principal característica é ficar alisando durante muito tempo, com a língua, o céu da boca alheia, procurando por duendes, gnomos ou transcrições em sâncristo do venerável Buda e seus ensinamentos. Quem já provou diz que é muito misticismo, no exato momento que se exige mais materialidade carnal, uma certa pegada mais pecaminosa.Mais inferno, do que céu. Afinal hora de orar, orar, de meditar, meditar e de beijar, beijar.

Balança ‑ tem muita dificuldade de acertar o buraco da boca, pois estão sempre pendendo pra lá ou pra cá. Os pratos caem, o pessoal rouba no peso, enfim é muito complicado lidar com balança. As cabeças devem ficar muitas bem direcionadas, e quando encontram a posição certa a menor mexidinha vai tudo pro brejo. Vejam, logo a mexidinha, que é contra‑peso essencial do beijo na boca. Fica muito difícil. Lugar de balança é mesmo, em cima de balcão.

Câncer ‑ Não gosto nem de pronunciar este nome! Quanto mais imaginar-lhes o beijo!

Sagitário ‑ O beijo da sagitáriana é uma verdadeira patada. A técnica é prender a língua, quase grudando-a na própria campainha e soltá‑la, já dentro da boca amada, como se fosse uma poderosa catapulta. A sagitariana costuma tratar a boca alheia como se fosse um pasto e provoca indignação geral, até mesmo nos mais criativos intimo dos pares.

Touro – Seu beijo é excessivamente molhado, digamos enxarcado, pois fica babando feito um débil mental.

Escorpião ‑ Não beija, mata! Depois se suicida.




E já que você chegou até aqui, realmente fez por merecer:





























O BUMBUM É NOSSO!!!


A modelo gaúcha Melanie Fronckowiak, nesta historica foto, acaba de ganhar o concurso internacional de 'Miss Bumbum', organizado pela marca de calcinhas Sloggi/Triumph.
Melanie literalmente sentou em cima de outras quarenta e cinco finalistas de vinte e seis países no evento realizado em Paris. Antes, ela já havia sido escolhida entre onze mil fotos e votadas no site do evento por impressionantes trinta e dois milhões de internautas. Agora imaginem estes milhões de internautas analisando o objeto do concurso.


Um negócio surrealista! Não tive acesso aos quesitos que teriam, sidos levados em consideração para o concurso.Beleza? Lógico.Mas, afinal o que é um bumbum bonito? E, outra coisa, pode ser bonito mais não ser absolutamente, funcional.Olha aí a coisa se complicando. Só posso dar minha opinião, depois que cada um der a sua.
Vamos explicar de novo, pois é: der a sua...Opinião!
Um bumbum bonito deve ser suspenso, assim com ,os jardins da Babilônia. É como se você estivesse escrevendo com letras maiúsculas.Vê-se com mais facilidade. É o chamado andar de cima. Muito diferente de quando as nádegas caem parecendo bochechas de cachorro buldogue. Não fica legal.A textura deve ficar entre o macio e o semi-rígido que é uma consistência difícil de ser conseguida.Em geral, com muita malhação fica parecendo bumbum de paraibano de obra ou aquela coisa mais flácida que fica abanando atrás da mulher quando ela anda.
Na realidade é como se as nádegas ficassem batendo palmas!
A envergadura também é fator essencial.E para estudar melhor este quesito aí nós precisamos analisar alguns perfis masculinos.Existem homens que em geral adoram um papo em mesa de botequim, que jogam futebol final de semana e adoram churrascos. Destes que comem carne dia sim, e outro também. Em geral adoram aqueles imensos bumbuns que consagraram a mulher melancia.Dizem que tem mais “sustância” e faltam mãos para agarrá-los.
Usam aquela excessiva quantidade de carne para balançar, fazê-las tremer, enfim igualzinho a criança brincando com aquelas geléias, gelecas, aquelas coisas que escorrem pelos dedos.
Já aqueles homens mais voltados para os estudos dos ensaios em laboratórios do Big Bang, que acompanham tudo sobre a biomedicina e a aplicação de células-tronco embrionárias, parecem apreciar mais os bumbuns comportados, menos espalhafatosos, que ficam entre as dimensões das frutas: jaca e melão. São aqueles bumbuns que, na escala da evolução ficam situados entre a majestosa grandiosidade do Pico da Bandeira e aquele morrinho onde o mineiro planta chuchu. É uma coisa intermediária.
Muito apreciados, também, são os que fazem tipo moranguinho. São bem, compactados, tem uma estrutura que ocupa uma área bem mais restrita e sua característica principal é contemplar a mulher falsa magra.Não confundir com magra falsa.
Esta característica de corpo de mulher, quando estão vestidas parecem que estão devendo, mas quando se desnuda aí você vê que tudo é muito proporcional e está no lugar certo. A falsa magra é aquele corpo que escapou dos ossos andantes das modelos anoréxicas que perambulam nas passarelas com bulimia e encorpou o suficiente para encher os vazios da sedução e torneá-los.
Uma delícia! Melhor que bombom de cereja!
A gaúcha Franckoviack - que internacionalizou nossa preferência nacional - tem sobrenome difícil de pronunciar, mas nem precisava ter nome! Tinha que ser gaúcha, estado com um dos maiores rebanhos do Brasil, onde a boa carne realmente abunda e é muito saboreada.
Suas mulheres, altas e lindas estão à altura de um titulo tão singelo que levou a torcida brasileira ao delírio maior, agora na expectativa de aquilo que eleito, por ficar atrás, nos proporcione só prazer, daqui para frente. E para conhecermos definitivamente a variadíssima conceituação de bumbuns, fizemos um extenuante trabalho de pesquisa, lembrando que, sempre à esquerda é encontrada um exemplo gráfico simplificado, do que se quer pedagogicamente, explicar:
____ desbundada.
(::::) com celulite.
(__@__) de quem fez sexo anal-virtual.
(__$__) de prostituta de luxo.
(__*__) de quem está com frio.
(__.__) de quem está com muito medo.
(__?__) de quem não sabe o que vem pela frente, ou melhor, por trás.
(__o__) pouco usada.
(__O__) bastante usada.
(__+__) de crente.
(______0_____) da Carla Perez.
(__8__) a de quem fêz sexo anal com dupla penetração recentemente.
(__.__) com nádegas afastadas para exame de próstata.
(__o__) com nádegas afastadas após exame de próstata.
(__-__) de japonesa.
(__[]__) de português
(__V__) “comportada” de biquíni.
(__Y__) “assanhada” de fio-dental.
(((__) (__))) bumbum mole.
(__x__) bumbum de esposa.

A MULHER APAIXONADA


‑Alô é Bianca, tudo bem? Agora já posso te contar ‑assim começa o telefonema da mulher apaixonada que após dois meses de namoro, (elas não contam nada porque dizem que uma rouba o namorado da outra), telefona para sua melhor amiga e, para variar não a deixa falar uma só palavra durante esse emocionante monólogo que as mulheres conseguem realizar, mesmo estando as duas conversando.

Aliás, não é só não deixar ninguém falar, enquanto elas estão falando. Diferentemente, dos homens, as mulheres conseguem fazer uma variedade incrível de coisas de uma só vez, Se você der mais de duas ordens seqüenciadas para o homem realizar ele ficará tão, absolutamente, espavorido, ansioso e apavorado que é bem capaz de dizer-se grávido e com muito enjôs só para fugir desta terrível situação a qual nenhum homem está apto a encarar!

Diferentemente, as mulheres, por exemplo, em atividades domesticas ou profissionais e executivas, podem, por exemplo, estar dando banho no filho, enquanto fritam batatas, atendem rapidamente, a porta, colocam um pouco mais de sal no feijão, voltam para acabar de ensaboar o filhote, estendem a tolha de mesa, colocam os talheres, dão comida para o cachorro, espantam as moscas da cozinha, atendem a amiga no telefone sem fio, carregando-o imprensado entre o ouvido e o ombro, atendem ao entregador do gás e continuam falando, duplamente, com ambos e simultaneamente!

P
edem um "tempinho" aos dois para explicar ao filho que está tomando banho, que a toalha esta em cima da taboa da privada. Espanta o cachorro da cozinha que estava lambendo os farelos do chão, e volta a falar tranqüilamente, ao mesmo tempo, com a amiga ao telefone e o entregador de gás. Com amiga relata por etapas o encontro com o namorado que já dura dois anos, e com o entregador pede para que ele tenha o máximo de cuidado para não deixar nada vazando.Vai ao fogão tira o macarrão do fogo, joga no escorredor de água, deixa na pia para escorrer, e enquanto isso toca a campainha. É o tintureiro.

Pede só um minutinho para a Bianca que está ao telefone. Paga o gás, agradece ao cara - que de passagem ainda fica olhando para as suas coxas. Pergunta ao tintureiro quanto é. Paga e continua falando ao telefone. Já o tintureiro gostou dos seus peitos. Ela vê tudo e finge não entender nada. Pendura as roupas, volta para cozinha. O feijão esta quase queimando, desliga. Tira um dos seus filhos da banheira e também começa a vesti‑lo, pois está chegando a hora de almoçar, para que ela possa levá‑lo a escola e depois, passar no laboratório para apanhar o resultado do exame de fezes do marido que esta com diarréia há quinze dias, pois só come porcaria, enlatada, ensacada e achocolatados.

Este cidadão, durante o jantar toma duas cervejas para ficar bem relax. Após o jantar destrói um quilo de pipoca e pequenas porções de amendoim vendo televisão. Toma um litro de refrigerante antes de dormir, para "lavar" as cervejinhas que tomou, e ainda acusa a mulher por estar com problemas digestivos, que ele cinicamente atribuiu a desnecessária quantidade de condimentos que ela botou na comida, e o excesso de gordura nas frituras. Pô, e este cara ainda quer que
esta mulher tenha orgasmo!

É por esta razão que uma mulher apaixonada só pensa em Ferrari Testarossa vermelh
a, viagens ao caribe, cinema, teatro, novela das oito, e diversão o ano inteiro. Perfume, Jóias, cheque, cartão bancário, restaurante de luxo, todos os dias da semana. Imagina se o marido fosse rico e o sogro milionário, pois a sua realidade é macabra! É por isto, também, que a mulher apaixonada, mente sem nenhum pudor para as amigas, repetindo as mesmas mentiras que seus amados parceiros as prometem. Uma destas eternas enganações masculinas é aquela que todo cara diz na roda de amigos:
- Minha mulher não vai pra cozinha, lavar roupa, passar, arrumar casa, lavar pratos...Isto é coisa de empregada doméstica.

É a mesma mentira que eles cometiam - quando, antigamente a maioria das mulheres eram virgens - ele dizia que só ia botar a; “cabecinha”. O que ele não explicava era que o resto era para levar e trazer a dita cuja!

A mulher apaixonada, por estas e outras, sabe que tem todas as possibilidades possíveis e
imagináveis de entrar em curto prazo numa tremenda fria.Ficar na mão e ainda ser chamada de frígida! É por isso que ela está sempre se preparando e se apaixonando, também, pelos perfumes mais caros, os vestidos de grife, aquele sapato que sai até porrada quando ela diz que comprou - mesmo sendo com o dinheiro dela - e sempre achando que a possibilidade da chagada de um Ricardão é uma hipótese provável!

O fato sociológico mais importante dos últimos anos desde a emancipação feminina é que, continuam sendo os homens que, gerenciam os salários das mulheres. Existe ainda um temor inconsciente da mulher gastar seu próprio salário e ouvir do companheiro:
‑Pois é, no entanto eu deixei de comprar aquele relógio porque achei muito caro.
Esta mentira masculina é pior para mulher do que um aborto indesejável. Por isso a mulher apaixonada prefere flores, bombons, amores platônicos, flertar rapidíssimo, sonhar, sonhar, sonhar...

Sem querer derrubar corações ou empatar emoções, uma mulher apaixonada quer levar seu
companheiro para alcova quantas vezes for possível, por dia, isto porque ela sabe que, após uns poucos anos, ela só levará seu companheiro para a cama, se for para experimentar, em lojas especializadas, a densidade de um novo colchão de espuma!