Um piloto de testes e aviador naval dos Estados Unidos, escreveu seu nome na história da humanidade.
Afinal ,sua façanha não foi ter escalado o Himalaia, nem o Pico da bandeira e muito menos conseguir sair de casa sem se atrasar para o trabalho em cidades entulhadas de carros como Nova York,Rio de Janeiro ou São Paulo , e sim, foi o primeiro homem a pisar na lua.
Era comandante da missão Apollo 11 e em 20 de julho de 1969 marcou o solo empoeirado daquele satélite natural da Terra com seu sapatão enorme, cujas marcas deixadas na Lua foram mais fotografadas do que a avantajada retarguarda desta farta e generosa Mulher Melancia.
O nome deste astronauta: Neil Armstrong.
Este pioneiro tem bons e inusitados segredos e intimidades para contar, além de suas parafernálias de informações cientificas que coletou naquele enfadonho deserto lunar e suas crateras cansativas de se ver e aqui entre nós, cuja melhor paisagem para os que lá chegaram, foi ficar deslumbrados com a imagem magnifica e azul do nosso planeta Terra .
Em maio de 2005, por exemplo, ele protagonizou um dos mais inéditos casos de processo por direitos autorais que se conhece, envolvendo o seu barbeiro de mais de vinte anos de amizade, Marx Sizemore.
Isto porque, aquele barbeiro vendeu por três mil dólares as mechas dos cabelos cortados do astronauta a um fanático colecionador, sem o consentimento ou conhecimento do famoso freguês e processado, foi obrigado pelo tribunal a devolver o cabelo ou o dinheiro.
Isto porque, aquele barbeiro vendeu por três mil dólares as mechas dos cabelos cortados do astronauta a um fanático colecionador, sem o consentimento ou conhecimento do famoso freguês e processado, foi obrigado pelo tribunal a devolver o cabelo ou o dinheiro.
Sem ter como reaver os restos de cabelo, Sizemore devolveu os três mil dólares ao astronauta lunar pioneiro que os doou a uma instituição de caridade.
No entanto, a história campeã de audiência da vida de Neil Armstrong é de um raro, refinado e inteligentíssimo humor, que começou com um fato ocorrido na sua infância e que talvez tenha feito com que ele tivesse aceitado um estranho e curioso desafio.
Consta que o menino Neil estaria jogando baseball com um amigo no jardim da sua casa quando a bola escapou para o lado dos seus vizinhos, os Gorsky,indo parar exatamente, debaixo de uma janela do quarto do casal.
Consta que o menino Neil estaria jogando baseball com um amigo no jardim da sua casa quando a bola escapou para o lado dos seus vizinhos, os Gorsky,indo parar exatamente, debaixo de uma janela do quarto do casal.
Neil apressou-se em apanhá-la e lá chegando, ouviu uma áspera discussão entre eles, no mínimo inusitada.
A mulher, dizia para seu marido o Sr. Gorsky que parasse de “pedir aquilo” e em tom desafiador, colocando uma pá de cal no assunto, esbravejava dizendo que sexo oral ela só faria no dia que o menino Neil Armstrong, colocasse o pé na lua.
Imaginem a frustração do desolado Sr.Gorsky, mediante tão insólita probabilidade!
Os tempos passaram e muitos garantem que existe uma gravação de um diálogo do Centro de Controle da NASA em Houston e a Lua na qual, Neil Armstrong saltando no solo lunar teria exclamado, enfaticamente e com uma alegria incomum, uma frase que os operadores na terra não conseguiram decifrar naquele momento e que só mais tarde ele mesmo iria explicar.
Ele disse:
-Good luck , Mr. Gorsky ! (Boa sorte, Sr. Gorsky!).
Bem, como se vê, Neil Armstrong cumpriu a parte dele, mas será que a mulher do Sr.Gorsky manteve a palavra?

Só depois da lua de mel é que fui ver tudo direitinho, fazer as contas, cotejar. E, como você valorizou Carmem Lucia!

Vê qual foi o seu parente que nos vendeu alho por bugalho. E o arroz que seria jogado quando entrássemos no carro? Jogaram alpiste e milho, na nossa cara. Parecia chuva de granizo.



A última noite, em sua companhia, fora a mais cruel e insuportável, e naquele momento resolvera, de uma vez por todas, por fim àquela situação.
Resolveu espancá-la com o salto duro do seu sapato, daria contra aquela cabeça vazia, para ensiná-la a dor que nunca antes havia conhecido, pois jamais fora homem de bater em ninguém, quanto mais num ser mais frágil como aquele, porém agora era demais!
Acendeu uma vela que trazia no bolso e colocou-a no chão. Então a luz fraca da vela descortinou-a encostada a um canto, já agora temerosa, mas nem por isso, menos intragável e repulsiva.



Vou pagar para ter este trabalhão?
Minha primeira tentativa foi absolutamente inócua, pois ao tentar obter resposta daquela loira gostosa,constatei consternado que ela não sabia sequer o que era promiscuidade, prejudicando desta forma que pudesse dar-me a mão, porém o resto ela me deu com inesquecível generosidade e louca performance.
Tipo da mulher que se você emoldurar e colocá-la na parede será sucesso em qualquer exposição de quadros.
E para enlouquecer-me ainda mais, os olhos dela eram de um verde- oliva de fazer inveja aos uniformes do nosso valoroso exército , um lindo nariz fino de ponta arrebitada e uma boca carnuda com aquele charme explícito de desejo e sedução.
C
No entanto, como naquela época eu era um provedor muitíssimo comedido e sonegador confesso de prazeres carnais a ela - excetuando os rodízios fartos , quando eventualmente íamos a uma churrascaria - ela suspirou e disse:




- Essa jarra não, Maria Letícia, você me mata . Que ciúmes mais destemperado!











