Importante politico brasileiro, declarou recentemente que as denuncias contra ele doeram demasiadamente pois, foram feitas nas coxas.
Não querendo polemizar com autoridade tão exponencial desta nação brasileira, gostaria de somente encaminhar uma questão de ordem pertinente e afirmar que: Nas coxas não dói nada excelência! Houve uma época inclusive, no processo de amadurecimento sexual do povo brasileiro, na qual a manutenção da virgindade feminina, e para mantê-las assim, porém também atenderem aos namorados que, hipocritamente as queriam como vestais e imaculadas, mas não tinham como segurar os desejos de orgasmos durante horas de seguidos amassos ou sarros! E "solidários" com suas amadas insistiam que ela também não precisava se privar de tão desejados momentos eróticos. Daí a opção pelo indolor intercurso nas coxas que era uma usual tendência entre os jovens casais apaixonados. E nas coxas não doía absolutamente nada para ambas as partes. Num segundo estagio evolutivo daqueles relacionamentos e no avanço natural por desejos mais penetrantes aí sim, na bunda ,segundo elas doía mundo.
Manter a virgindade permitindo ao parceiro que ele fizesse um intercurso anal - e os homens pediam isto, sempre e continuam pedindo muito até hoje - era muito complicado, naquela época e só em situações muito especiais como data de aniversário, carnaval, Páscoa, Natal e réveillon, a possibilidade era mais correspondido. Portanto, tenho certeza de que o mencionado politico por estar reclamando, por não sentir nenhuma dor, nestas denúncias é porque não teriam sido feitas nas coxas e sim através de um objetivo, concreto e insofismável intercurso anal.
A pergunta que não quer calar é se o ilustre politico não estava fortemente alcoolizado para não perceber que aquilo que ele faz com o seu eleitor e que os deixam assados constantemente, naquela hora não teria sido feito com ele.
Portanto, em votação agora e com a palavra o plenário da sabedoria popular.
O blog HUMOR EM TEXTOS , nunca teve a pretensão de ser consultório sentimental, mas em função das centenas de e-mails que temos recebidos sobre uma enxurrada de prevaricações conjugais na área sexual que ocorre atualmente, Estaremos respondendo a alguns destas aflitas e mais prementes solicitações que entopem meu email.
Impossível atender a todas, afinal não temos o formado ilimitado das enciclopédias famosas.
-MARTHA MENDOLINA DA SILVEIRA- TIJUCA -RJ
Paulo,sou casada há 36 anos e de uns três anos para cá meu maridão só comparece para a prática das deliciosas conjunções carnais de seis em seis meses, sendo uma Terça-feira Gorda de carnaval e a outra, no Dia de Santo Antonio e, mesmo assim, quando faz queixa-se bastante desta "obrigação" indesejável! Poderia me ajudar?
-MARTHA, na sua missiva ( êta termo antigo) eletrônica você me deu duas pistas interessantes.Uma sobre os dias destas escassas e minguadas relações sexuais:Terça feira-Gorda.Mande um outro e-mail dizendo quantos quilos está pesando.Por favor, faça isso!Não estou garantindo mas seu marido pode ter escolhida esta data como o Dia Semestral do protesto através de uma mensagem subliminar para você! E o outro dia o de Santo Antonio o "Casamenteiro" e isto nos leva a pensar que ele continua protestando pois, no período colonial as imagens sacras de madeira eram ocas para serem usadas no contrabando de diamantes, ouro e outras pedras preciosas.Ele certamente está inconscientemente querendo dizer que, está fazendo "contrabando" traindo você e que para você o pênis dele está tão oco quanto os dos santos dos contrabandistas da história. Meus respeitos e espero seu honroso retorno.
PERCIVALDA PRIETO- BELO HORIZONTE- MG. Meu estimado Paulão, sou sua seguidora antiga.Objetivamente :Minha relação sexual com meu marido está acabada,Faço de tudo para apimentar as relações e tenho me fantasiado de bruxinha com as coxas à mostra, enfermeira com a bunda oferecida, policial militar feminina com o cassetete em punho e uniforme sem sutiã, mas ...nada!!! Não acontece sequer o menor impulso da parte dele e na maioria das vezes ainda esconde a cabeça debaixo do travesseiro. Por favor, uma análise. PS. Vive me perguntando se maquiagem sai com facilidade!
PERCIVALDA ,tente novos modelos de fantasias, pode ser que você esteja errando é na criatividade.Sugiro que você tente uma fantasia de Gladiador romano e faça enchimento na sua calcinha com uma toalha para parecer que você tem o que não pode ter.Entendeu? Fantasia de Hércules com aquele corpão invejável e uma lança enorme apontando para ele,grossa e vermelha bem extravagante, pode ser outra opção. Quem sabe? Agora eu só estranho é de que seu marido não tenha agarrado o cassetete daquela policial militar mencionada, pois, meu diagnóstico é de que, seu maridão está gostando agora é de outro tipo de fruta. Faz parte! Quer que eu minta?
E aquele homem enamorado, botando sentimentos afetivos por todos os poros e com as narinas abertas e respiração ofegante era o próprio búfalo no cio de desejos inconfessáveis, óbvios e prementes por aquela mulher que nem cabia mais dentro do seu coração, por ser um amor tão grande e incomensurável!
E isto apesar dela só ter um metro e quarenta dois, mais era um amor maior do que ele com seus um metro e oitenta de altura.
Telefonava para a sua pequena amada toda hora, mandava-lhe bombons quase a intoxicando de tanta gordura achocolatada, flores, balinhas que vivia procurando nas docerias, além de quinquilharias e bugigangas tipo ursinho de pelúcia, travesseirinho vermelho em forma de coração escrito: “Te amo”.
O amor não é lindo?
Enfim, ele vivia os melhores momentos do seu amor com aquela que os homens da vizinhança chamavam acintosamente de gostosa e que, parava todos os pedreiros das obras pelas quais passavam que colocavam a cara para fora dos tapumes e diziam para ela elogios que mulher nenhuma, normalmente, ouviria sem constrangimentos.
Pesados, muito pesados, tipo... Não, deixa pra lá. Vamos colocar aqui só um absolutamente, publicável.
Com certeza ela era um dos corpos mais lembrados e homenageados pelos tarados de plantão, naquilo que se costuma adjetivar de sexo solitário. Imagine se ela tivesse dois metros!
Um belo dia, sentou em frente ao computador e pensou consigo mesmo que iria escrever para ela, algo que jamais sua amada, salve salve, teria lido.
E mandou aquele tijolo enorme, um texto sem fim com varias laudas digitadas além de fotografias de abraços, beijos, apertos de mãos e toda uma serie de fotografias surrupiadas da internet além de memes os mais variados.
Seu e-mail tinha mais movimentos e brilho que desfile de escola de samba.
Sua amada salve ,salve, leu tudo, pensou, analisou e mandou esta resposta:
“Querido, sei que você me ama, mas arruma um trabalho fixo, talvez desta forma você pare de me mandar mimos baratos de 1,99 como estes bichinhos que até sem os olhos já vieram e alguns até com rasgadinhos e enchimento de palha vazando.
Pobreza querido!
E outra coisa :Eu disse que gostava de chocolate. Mas é chocolate bom, de bombons recheados de licores ou trufas e não estes tabletes de chocolatinhos de quinta categoria e intragáveis de camelôs.
Desculpe tá amor, mas devemos ser muito francos um com outro e já que é assim, cuide do seu bilau, pois, ele está sempre fazendo corpo mole em todas as fotos que me manda e talvez a causa seja o excesso de bebida que você anda ingerindo, meu amor bebum.
E por favor, se beber, além de não dirigir, não coma tira gosto e sob hipótese nenhuma de sardinha enlatada com cebola crua fatiada.
Espero que você compreenda que sua boca não é vaso sanitário e muito mais ainda,não duvide mas, meu nariz não é lata de lixo.
Tem sido muito difícil por estas e outras -muitas outras mesmo -tentar fingir que está tudo bem! E compreenda que um sovaco bem lavado será sempre melhor do que este o qual despudoradamente você expõe e torna toxica a respiração no seu entorno. Desculpe, vou continuar tentando compreender este amor que você diz sentir por mim mas que não reúne as mínimas condições sanitárias para a sua convivência. Desculpe mesmo"
Angelina é dessas mulheres que ainda hoje tem uma vaga lembrança das épocas de fastios financeiros que viveu muitas décadas atrás. Guarda ainda, no entanto, o odor inútil das pomposas roupas de grifes e fala com desenvoltura de famosas marcas como Yves Saint Laurent, Louis Vuitton, Gucci, Prada e outros bichos. Demostra tanta intimidade com essas marcas que aparenta ser acionista majoritária dessas pérolas frívolas, prescindíveis e supérfluas fruto do capitalismo que criou uma economia de mercado distante, aleatório e equizofrenizado daquela absoluta maioria dos habitantes desse planeta que só utiliza esses nomes para batizarem os seus cachorros. Não é muito frajola e requintado alguém ter uma cadela batizada com o nome de Prada? Fala sério! O que mais teria uma paupérrima mulher, amasiada com aquele esforçado é hercúleo operário brasileiro, morando em palafitas amazônicas ou favelas dos grandes centros para fazer inveja aos vizinhos do que ter uma cadela com esse nome tão valioso? Angelina é bambu que verga mas não quebra pois foi formatada tempos outros em meio a estrasses e lantejoulas e por esta razão tem ideologia politica massificada pela mídia pasteurizada do The New York Times, The Guardian,O Globo, Estado de São Paulo entre outros menos votados. Para ela todos os socialistas são apenas de fachada, as esquerdas devem ser implodidas junto com a ilha de Cuba e como ave que gorjeia assustada depois de acertada na perna pelo moleque de rua com seu estilingue infalível e tem pela natureza e preservação ambiental um desprezo absolutamente irracional. Sobre essa matéria uma das suas frases mais celebres é de que toda natureza sobre a face da terra deveria ser cimentada! Esse negócio de florestas, rios , lagoas e cascatas, pintassilgo, ararinha azul e bem-te-vi é de uma esterilidade existencial que só aos tolos cabem apreciar.
Porém, ai porém, há um caso diferente, que marcou num breve tempo o coração dela para sempre, como diria o poeta e cantor Paulinho da Viola no hino chamado ; Foi um rio que passou em minha vida! E literalmente, Angelina hoje, pagando com a língua, a boca e sendo vitimada pelo próprio veneno como fazem os escorpiões, hoje embrenhou-se pelas matas, cachoeiras e cascatas de um lugarejo das Minas Gerais chamado: Ibitipoca.O que existe além de fartíssima e exuberante beleza ambiental nesse lugarejo ao sul do estado campeão de pão de queijo e de uma cachacinha invulgar? Nada, absolutamente , nada!
Então Angelina, a princesa do concreto e rainha do asfalto vive agora ainda sob a severa influência poética do sambão de Paulinho da Viola, não podendo definir aquele azul que sem saber se é do céu ou quem sabe do mar, afinal está sendo apenas um rio que está passando em sua vida e o coração de Angelina se deixou levar. E aqui cabe também nosso sagrado e para tantos profano, Chico Buarque quando do alto da suas excepcionais cantorias debocha educadamente no imortal quem te viu quem te vê, afirmando que aquele que não a conhece, não pode mais ver pra crer e quem jamais a esquece não pode reconhecer.
Ibitipoca não é lá uma Toscana da bela Itália, mas aqui pra nós tem um nome bem latino, matuto, mineiro, caliente, ferve no sangue de maneira inconsciente nas mulheres quando elas erram ou se atrapalham na pronuncia, pois fatalmente estarão muito perto do nome do objeto masculino do prazer que em nenhum sex shop você pode adquirir, apesar das fantasiosas defensoras do prazer de plástico dizerem o contrário.
"Seu" Antonico é pai , avô ,bisavô, aposentado com 75 primaveras vividas, o mesmo número de natais nos quais se entulhou de rabanada e os carnavais? Nossa, saia de casa um dia e só voltava no dia que um cansaço batia em seu corpo. Livre, jovem, bom emprego, formou-se em algumas faculdades o que lhe facilitou acumular algum dinheiro para a tão sonhada aposentadoria. Seu Antonico era pai de cinco filhos, três meninas e dois meninos,hoje uma casada, outras nem tanto, porém todos na faixa dos 35 a 45 anos que, invariavelmente junto com a sua segunda mulher o achavam ultrapassado, saudosista, melancólico, critico, entre as coisas publicáveis. Era quase linchado por todos quando colocava um sonzinho dos anos 70, 80 vamos lá, tipo Elvis Presley, Litlle Richard, Bob Dylan, Elton John...
-Mãe, manda diminuir esse som! Esse velho nunca escutou na vida dele Iron Maiden,The Smiths,Metallica? Coisas antigas que ele gosta, chatas, cara rabugento. Nossa que horror já estou com 45 anos e ele ainda não mudou de gosto? E o pior ele gosta de samba. Pode isso? Gostar de samba? É demais , mãezinha querida da minha vida!
-Filha já arrumou um emprego?- Interrompe a mãe que sempre apoia a filhinha mas, tudo tem limite.
-Tô vendo mãezinha. Tá tudo muito difícil, um horror, pandemia...
Ato continuo ouve-se, para variar, um novo grito:
-Mãeeeeeeeee...
-Que é Luterinho, meu filho parido de parto normal como todos vocês foram e do que tanto me orgulho. Parto normal, sofri
-Tá bom , mas preciso do carro do "velho" hoje pra dar um rolé com uma mina, pergunta se o tanque ta cheio, ok mãezinha querida?
-Luterinho, mas veja lá, tome cuidado!
Ato continuo, em seguida, depois do primeiro grito, logo após:
-Mamãezinha...
-O que é "Perfeitinho" da mamãe?
-Pai sabe que tô sem dinheiro e me negou oito mil reais pra eu ir com meus colegas ficar três dias na Argentina.
-Que absurdo vou falar com aquele velho caduco,chato, chato, chato... responde irritada a mãe do século!
-Ia me esquecendo...
-O que meu "Perfeitinho"? A sua filha Estrela Dalva tambémvai então são dezesseis mil reais, só isso tá mamãeeeeeeeeeeee?
-Sabe "Perfeitinho" meu adorado filhinho querido, minha Estrela Dalva, amor da minha vida, primogênita e adorada menina dos olhos azuis precisa arrumar um empreguinho, concorda? Ela tá procurando há seis anos...
-Esquece mãezinha , o coroa tá com muito.
-Também acho , mas com excessão de Martha- que eu amo acima de tudo e quanto, só Deus sabe!!! - a única casada de todos vocês é que segura a barra da nossa alimentação, pois deu sorte de casar com o dono do supermercado Mundialito, o resto é tudo nas costas do velho chato, ultrapassado, coroa que só gosta de falar do passado.
Enfim o "Seu" Antonico , o velho e imprestável Antonico e que esperava se ver livre das cobranças, boletos, empréstimos ,dividas dele e de terceiros, quartos, quintos e o escambal e que na aposentadoria iria botar a carcaça para descansar na fazenda e com uma casinha de sapê, acabou descobrindo que além de todas a sua jovem família alguém de fora das suas hostes também pediria, pediria, pediria pela sua intercessão junto ao Pai, ao Filho, e ao Espirito Santo.
Aproxima-se o fim de mais um dia de intenso trabalho, e aquele pensamento constante e repulsivo, não lhe saía da mente! Pensava a cada minuto, naquela criatura vil e aterrorizante que deixara em seu lar. A última noite, em sua companhia, fora a mais cruel e insuportável, e naquele momento resolvera, de uma vez por todas, por fim àquela situação. Chegando a sua casa, logo ao abrir a porta, deparou com aquela criatura mesquinha, sórdida e provocadora que não lhe dava um minuto de descanso, fazendo-o passar os dias e as noites mais infelizes e atribulados da sua vida. Resolveu declarar guerra àquela megera, acintosamente deitada em sua cama, como a desafiá-lo, ostensivamente. Atirou-se à cama para agarrá-la e castigá-la, masculamente. Ela fugiu, logrou escapar, indo para a sala tentando esconder-se, numa atitude covarde, digna, somente das criaturas inexpressivas. Ele a seguia furiosamente, tinha de uma vez por todas que acabar com aquele sofrimento brutal, que fazia do seu lar, um cubículo triste e aterrorizador. Iria espancá-la com o salto duro do seu sapato, daria contra aquela cabeça vazia, para ensiná-la a dor que nunca antes havia conhecido, pois jamais fora homem de bater em ninguém, quanto mais num ser mais frágil como aquele. Calculou friamente a pancada e mandou brasa, porém mais uma vez, aquela criatura conseguira desvencilhar-se, correndo de um lado para outro como se estivesse zombando da sua virilidade e, finalmente, foi para o quintal. O nosso pobre amigo suava frio por todos os poros e, o cansaço já era uma evidente realidade em seu corpo. Numa atitude derradeira e louca, resolveu matar aquela coisa, sim matar a tiros. Faria daquele ser, migalhas. Rapidamente foi ao quarto, abriu a gaveta. Tremiam-lhe as mãos. Apanhou sua arma - um revolver 38, cano curto - e a passos firmes caminhou para o quintal escuro, envolvido na noite fria de inverno. A vitima, ali estava escondida. Acendeu uma vela que trazia no bolso e colocou-a no chão. Então a luz fraca da vela, descortinou-a encostada a um canto, já agora temerosa, mas nem por isso, menos intragável e repulsiva. Corajosamente, apontou-lhe a arma. Fez mão firme, pois aquele era o momento mais dramático da sua vida. Mirou-lhe, estrategicamente, a arma, para o seu crânio e disparou por diversas vezes, ouvindo-se as secas detonações das cápsulas. Seguiu – se a morte instantânea da vitima, já agora enlameada e inerte no solo. Sua cabeça destroçada sob a terra aguada da chuva, que algum tempo caía, como para limpar as horrendas manchas daquele ser, apresentava-se como o quadro final daquela tragédia. -Livre, estou livre – gritava, histericamente, aquele secular sofredor. Sim, jamais passaria outras noites em claro por causa daquela criatura. Lá estava ela destroçada pelos certeiros tiros do nosso frouxo machão, que na linguagem esportiva, dir-se-ia ter acertado bem na mosca, porém, o que não é verdade, pois no caso a mosca era uma barata, ou se quiserem seu nome científico, aqui vai: Periplaneta Americana.
Recebemos de uma indignada presidente da associação pró mulheres menstruadas intitulada: È PROIBIDO ESCORRER uma correspondência furiosa, E antes mesmo de ler sabia que ela estava sangrando pelos olhos, pois, afinal sou chamado de Paulo, Paulinho e até gato - o que acho um exagero- mas de Tamburro só quando a missivista quer rodar a baiana .E não deu outra .Abaixo transcrevo o inteiro teor do email;
" TAMBURRO,
represento milhares de mulheres do Brasil que estão ensandecidas com essa absurda proibição presidencial de vetar a distribuição de absorventes femininos para que as mulheres pobres , desgraçadas e miseráveis que represento, possam sair às ruas livres das buchas feitas de sacos das malditas de bolsas de supermercados, jornal, pedaços de roupas velhas e miolo de pão que elas enfiam vaginas à dentro quando menstruadas e outras simplesmente deixam escorrer. Sabe quanto custaria cada absorvente desses para o governo? 10 (dez) centavos, meu caro! Mas para esses políticos ladrões e milionários vagabundos cujo pai já era ladrão e passou tudo pra ele tipo clássico e seguidores " seu" Eike Batista que se fod...(desculpe) . A mulher do Sergio Cabral deve usar um eterno absorvente cravejados de esmeraldas e diamantes com controle interligado a internet das coisas que avisa a ela quando deve ser trocado. E as outras 25% das mulheres brasileiras que nem sequer estão empregadas e nem entram mais nos açougues para comprar carne e sim ,vão apanhar o lixo dos ossos dos animais? Aliás Tamburro, agora já estão cobrando por quilo de osso que jogavam fora. Não quero me intrometer em ideologias ou o cacete à quatro mas, capitalismo é isso? Porra!!! Dá uma força pra nós aí no seu blogue, afinal por onde sai a nossa menstruação saem também a das privilegiadas cheirosinhas que vivem nos "states" e compram absorventes desse tipo, que custa R$ 226,00 (duzentos e vinte e seis reais):
Agora usar pedaço de jornal velho, aí eu acho muita sacanagem.
Espero que você Tamburro bote a sua boca no mundo e muito obrigado pela força."
Resposta: Querida presidente, botar a minha boca nessas condições só se for no mundo mesmo.
Após mais um dia de extenuante trabalho Laurindo chega em casa querendo começar a fazer aquilo qu mais gosta: dar ordens. Não é só isso é também pedir coisas e exigir da sua "espousa" aquelas mesmas merrecas de sempre, não sem antes dar aquele protocolar beijinho de cinco segundos na testa de Cremilda e depois ficar abraçado mais de meia hora com sua cadela Xuxuca, naquela lambeção sem fim considerada a única alegria da casa.
Prestaram atenção? "A única"! Depois não querem ser corno!
-Cremilda minha "espousa", estou tentando falar com você desde que sai do trabalho e não consegui. Você está agarrada nesse celular como os touros nos cios ficam nas vacas e ou aqueles recém -casados grudados com as suas mulheres nos primeiros meses de casamento!
-Verdade depois as abandonam não é Laurindo? Já estou acabando de falar. Posso ter o direito de alguma coisa nessa casa?- Rebate Cremilda de saco cheio daquela rotina de vida.
-Ok,vou tomar banho e não esqueça de levar toalha limpa, meus chinelos e pijama passadinho, tá bom Crecrê? (nome carinhoso que ele chamava sua Cremilda).
-Água já tem no chuveiro né? Nossa que homem chato, desabafa Cremilda.e retorna a ligação:
-Desculpe amiga, como eu ia te falando não consigo mais pensar numa segunda. Uma só foi suficiente e olhe lá! A primeira ja foi muito difícil de aguentar aquela dor enjoo e até uma discreta diarreia. Não quero mais nem ouvir falar sobre isso. Tá bom? Um beijo querida, nos falamos mais tarde.
Ao desligar Cremilda ouve aquele pedido de explicação vindo de trás e ao virar-se lá estava Laurindo completamente nu e para variar coçando delicadamente o saco .Ela reage imediatamente:
-Seu porco só falta agora você cheirar essa mão!. Que nojo! É vá logo tomar banho!
-Nojo sinto eu - retruca aos berros Laurindo- com você falando com essa fulaninha sobre a nossa privacidade.
-O que?
-É sim! Você nunca disse que sentia isso quando transávamos
-Transávamos? Ficou louco Laurindo? Estava comentando com ela que não vou tomar a segunda dose da vacina contra Coronavid, pois na primeira e você mesmo testemunhou que quase botei os bofes pela boca!
-Ah que susto!- disse mais calmo o Laurindo.
-E que saber seu garanhão de meia tigela, você jamais poderia pensar isso pois, a simples e básica primeira aconteceu no Natal do ano retrasado e já estamos novamente no fim do ano! Faz tanto tempo quanto a primeira missa rezada no Brasil.
Lorberto era destes homens que vivia marcado pelas inevitabilidades das suas ações improváveis e que, nunca davam certo.
Antes de começar já parava, nem queria saber o resultado real, pois, na sua mente atrofiada por uma inferioridade injustificada, o pão com manteiga dele, iria sempre cair no chão e com a manteiga para baixo!
Andou lendo dezenas de livros de auto-ajuda, mas descobriu que, o ajudado era sempre quem vendia os livros. Partiu para as videntes, cartomantes,jogadoras de tarô e tantas outras cartas,e nada!
Lorberto queria somente uma mulher, este era o simplório e inalcançável sonho dele, enquanto, os seus amigos de tantas que as tinham e as chateavam, viviam querendo era livrar-se delas.
Isso para ele só reforçava sua pequenez enquanto um macho incapaz de prover uma mulher que lhe desse carinho, atenções, beijos múltiplos e diversificados e até eventualmente, pensava poder presentear-lhes com mimos ou quantias muitas vezes superiores a que elas precisariam para voltar de táxi para casa.
Estava disposto a deixar crescer ou raspar a barba, usar costeleta ou não, cabelos compridos ou bem curtinhos, e quem sabe até, se elas quisessem,exigissem ou gostassem, poderia colocar uns penduricalhos e piercings nas sobrancelhas, língua, lábios, umbigo e o escambau. Qualquer coisa!
Faria até tatuagens de borboletinhas nas virilhas e pensaria em escrever o nome dela na nuca.
Na nuca, ele nunca explicou a razão.
Se ficasse ridículo azar! Antes ridículo todo enfeitado e pintado do que de cara limpa e sozinho.
Na verdade os problemas de Lorberto não estavam fora dele e sim, dentro.
Na tentativa de saber se as mulheres gostavam de membros pequenos médios, grandes ou descomunais, pesquisou em vários estudos disponíveis,como vídeos pornográficos e olhava para o seu instrumento de trabalho comparando. O seu era sempre visto muito menor, mirrado, acanhado, sem aquele vigor que, segundo ele, os performáticos artistas de sexo explicito, demonstravam.
Mas, nada disso era verdade, apenas percepções distorcidas,visões menores provocados pelos seus complexos infinitos de insegurança e inferioridade.
Um dia conversando com um amigo pegador, profissional na arte do relacionamento, destes que arrastavam mulheres pelos cabelos e que fazia uma inveja incrível a ele, resolveu contar-lhe seu drama com o sexo oposto e prontamente o mestre ouvinte predador e caçador emérito lhe deu a solução:
- Cara, entra firme na mulherada! Diz mesmo com o coração aberto que você é um merda, só faz merda, vive nesta merda de solidão, porque tem uma personalidade de merda. Seja verdadeiro,mulher gosta de sinceridade - disparou o conselheiro e amigo.
Lorberto ficou olhando atentamente para ele e sem falar nada, pensou que, ontem mesmo tinha falado sobre todas aquelas suas merdas para uma gostosa que lhe disse muito amigavelmente, e cheia de ternura:
-Querido, desculpe, mais o meu banheiro já está ocupado!
Sabe aquele casal perfeito, ela nascida e criada para parir e ele educado pelos pais para ser um homem responsável, trabalhador, provedor e o escambau? Pois é, vamos conhecer essa historinha que é pequena mais singela, rápida porém, cheia de verdades:
-Maria Luiza estou indo trabalhar, não sei a hora que volto.
-Vá na paz "môzinho" vou passar o dia vendo o seriado: O turco ou Novamente apaixonados, nunca guardo direito o nome - De dentro do banheiro ela responde.
-Não sei como você não se cansa desse seriado. É todo dia, o dia inteiro - Se despede o "môzinho".
Depois de duas horas em transito intenso e finalmente, chegando ao trabalho o tal "môzinho" lembra que havia esquecido o celular em casa e um homem moderno sem celular é igual a um grande Condor dos Andes de asas quebradas. Solução à vista - pois a prazo os juros estão muito altos- "môzinho" voltou pra casa e entre sua saída e volta do sagrado lar onde vivia maritalmente com Maria Luiza lá se foram três horas. Meteu a mão na maçaneta da porta e ao tentar abri-la verificou que ela estava fechada. Resolveu então ir para a janela da casa que dava para o jardim e começou a ouvir estranhos urros e sussurros;
-Vem meu turcho machão, acaba comigo minha sobremesa gostosa, dondura você é meu sorvetão ,lokum gomoso desgraçado de bom, verdadeira baklava folheada de recheio de pistache, nozes e castanhas. Nossa, me engorda seu turco maldito, ai,ai,ui,ui...
Meio abobalhado e sem ação, "môzinho" começou a pensar que Maria Luzia estava se masturbando vendo pela televisão o imperdível seriado na televisão que ela dizia ver todos os dias. No entanto, aquela voz , aquelas palavras não vinham da televisão. Era impossível que ela tivesse tanta intimidade com aquela novela que levasse o artista principal, um turco famoso a dizer:
-Marria Lu querrida, meu teson , minha tudo e se o babaca do seu marrido chega agorra?
Maria Luzia, revirando os olhinhos e segurando enlouquecida no ekmekt - pão turco tradicional daquelas bandas turcas - e olhando dentro dos olhos daquele rei da Capadócia disse:
-Preferiria a morte! Quero é me saciar de você, meu banquete do mediterrâneo. Lambuza meu corpo desse com seu azeite da longevidade!
E o tal do " môzinho" na falta de alguma coisa melhor para fazer ante tal tragédia conjugal, decidiu enfartar ali mesmo na janela .E lá se foi ao som de cantos Gregorianos ,torcendo para que a porta do céu fosse bem alta para poder entrar com aqueles seus imensos chifres de autentico corno vitima da traição da Maria Luzia com o turco comedor de Kebab, prato de carne da terra do maldito que não soube respeitar aquela sua carne que, o agora defunto enganado, pensava que só ele comia.
Paira sobre a nação um indefectível odor de gases irrespiráveis que as narinas desse povo não está conseguindo evitar pelas características maléficas, imperecíveis e indestrutíveis vindas do Palácio do Planalto o qual está sendo ocupado por um singular presidente da república e estadista autointitulado "imorrível, imbroxável e incomível".
Na sua explicita inveja dos grandes heróis tipo Capitão Marvel e Super-homem o presidente acredita que jamais voltará ao pó de onde veio e que enquanto estiver disponível no mercado o comprimido azulzinho sua espingarda- herança dos bons tempos de capitão- jamais deixara de cuspir fogo e que ninguém ouse comê-lo, admoestação essa absolutamente desnecessária pois, no Brasil não temos tribos indígenas antropófagas e portanto, quem mais o faria?
Depois do presidente dessa bagaça nacional ter ensinado a esse tranquilo, paciente e manso povo pátrio, brilhantes teorias estrovengas como a de que a Terra é plana e adjetivar de forma não-republicana aos que respeitam a devastadora pandemia do covid-19 de maricas arrematando em lapidar momento de cultura inútil que, todos nós vamos morrer mesmo um dia!
E, sinceramente eu não sabia...
Vários ex-presidentes deixaram frases históricas entre as quais a do Washington luiz: "Governar é construir estradas" ou Getulio Vargas com sua famosa: "O povo de quem fui escravo jamais será escravo de ninguém". Vamos nos lembrar dos discursos noturnos de Jose Sarney: "Brasileiros e brasileiras boa noite" ou até mesmo o pedido desesperado do presidente Fernando Collor de Mello: "Minha gente não me deixem". Mais recentemente Luiz Inácio Lula da Silva filosofou: "Todo mundo tem direito de ser contra, a favor ou muito pelo contrário".
Porém, nenhum outro conseguiu ser tão singelo e sutil, quanto o atual: